6 mitos e verdades sobre o pornô lésbico.

Apesar de ser uma das categorias mais buscadas, o pornô lésbico tem está longe de retratar uma boa transa entre mulheres. Saiba o porquê

A categoria lésbica está entre as mais buscadas por consumidores de pornografia, sejam homens, sejam mulheres. Segundo dados divulgados pelo Pornhub, um dos maiores sites do gênero no mundo, o termo é o mais acessado na plataforma pelos brasileiros, seguido por anal, adolescentes, mulheres maduras e transgêneros. Até aí, nenhuma novidade. Afinal, o sexo lésbico pode despertar muitas sentimentos. Do tesão a curiosidade.

O que a experiência de quem convive com mulheres lésbicas sugere, no entanto, é que a temática não faz muito sucesso justamente com quem tenta retratar.

Se você tem liberdade para falar com uma lésbica sobre o tema, já deve ter ouvido algumas queixas e até relatos de mulheres que, apesar de transarem exclusivamente com pessoas do mesmo sexo, masturbam-se com filmes protagonizados por casais heterossexuais. A explicação? Além de os filmes serem dedicados à satisfação masculina, grande parte das atrizes não são homossexuais. A performance, nesse caso, acaba caindo no senso comum e soando mais fake que as demais opções disponíveis.

Para descobrir os mitos que o pornô associou à prática, conversamos com duas leitoras da coluna, Morgana Rimoli e Débora Gonçalves, e pediu para que apontassem as atitudes mais irreais e comuns dos filmes disponíveis no Pornhub.

Afinal, porque as representantes do segmento não curtem o sexo estrelado por duas iguais? Vem saber!

Unhas grandes

A pergunta não é nada incomum. Como mulheres penetram? A verdade é que elas executam essa parte da transa de várias formas, e o principal instrumento são os dedos. Assim, não é difícil imaginar o quanto as unhas gigantescas, presente na mãos da maioria das atrizes pornôs, podem transformar a transa em uma experiência dolorosa. Apesar de não ser uma regra – mulheres lésbicas têm todo o direito de ter a unha do tamanho que bem entenderem – elas dificilmente irão penetrar outra mulher e executar certos movimentos com unhas excessivamente compridas.

Tapa na Pantera

Outra unanimidade quando o assunto é crítica ao pornô lésbico são os tapinhas que, eventualmente, uma ou outra atriz apresenta como estímulo sexual. O gesto pode até despertar a imaginação de quem está assistindo, mas não é muito comum no rala e rola real.

Movimentos óbvios

Aliás, se tem uma característica que não faz parte de uma boa transa lésbica são movimentos óbvios demais. “Seja pela estimulação manual, seja com o sexo oral, é muito comum é ver as intérpretes tratarem a vagina da outra mulher como se fosse uma batedeira”, comenta Morgana. Ela aponta que transar com uma outra garota compreende excitá-la, explorando várias zonas erógenas do seu corpo. Como não contam com a ereção e como mulheres estão propensas a orgasmos múltiplos, não há porque ter pressa. Há tempo suficiente para usar a criatividade.

O sexo entre mulheres não é preliminar – nem convite

Não é raro encontrar um filme lésbico em que as protagonistas não se olham e executam todos os gestos voltadas para a câmera. Como muitas produções ainda são focadas no público masculino, a sensação é de que o casal está em um esquenta. Quase sempre, um homem aparece em seguida para “satisfazer” a dupla. Uma fantasia interessante para muitos homens, mas que deslegitima a relação de prazer entre duas mulheres. Elas podem até incluir uma terceira pessoa. Mas não dependem dele – ou de seu órgão sexual – para gozarem.

Tesourinha – para funcionar, precisa ser de verdade

“Colar e descolar” o velcro exige flexibilidade, feedback da parceira e muita prática. Por isso, é bastante comum que uma das posições preferidas do kamasutra lésbico seja mal executada durante uma produção pornô. A regra é: o importante não é a posição, mas a sensação que ela provoca.

Agressividade

Não que a transa lésbica seja sinônimo de romance, mas dificilmente elas serão espaços de abuso sexual. Uma das coisas que mais incomoda Débora e Morgana durante a avaliação dos vídeos foi o excesso de tapas, puxões de cabelo e cuspes entre as mulheres.

Segundo Debora, “os movimentos são bruscos e fora da realidade, e utilizam uma velocidade e força que não fazem parte do fetichismo sapatônico”.

Sugar o clítoris da parceira também não inspira sensações agradáveis em quem assiste. “Essa movimento que imita a língua de uma cobra não excita e nem estimula”, finaliza Débora.

Fonte: Metrópoles

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Massagem vaginal: saiba sobre a prática que estimula o prazer feminino

Essa massagem busca trazer benefícios para as mulheres

Você sabe o que é massagem vaginal? Já fez? Não sabe como fazer? Não sabe nem o que é isso?

Não se preocupe, vamos explicar tudo direitinho para você.

Primeiramente é importante frisar que a massagem vaginal não é a mesma coisa que a masturbação. São atos semelhantes, porém para motivos diferentes.

Ao longo da vida da mulher e até mesmo durante a juventude, algumas coisas podem acontecer que impedem que elas tenham pleno prazer vaginal ou até mesmo conhecer aquilo que dá prazer para elas.

As mulheres desde pequenas são ‘doutrinadas’ a terem certos tipos de comportamentos. Essas doutrinas estão ligadas até mesmo ao seu comportamento na cama estando elas acompanhadas ou sozinhas.

Na verdade a masturbação feminina ainda é um grande tabu no mundo todo. Na adolescência esse ato é tipo como normal quando praticados por meninos, mas repreendidos quando praticados por meninas.

Isso pode acarretar em problemas futuros para as meninas. Não conhecer de fato o seu corpo, o que dá prazer para elas ou não, pode trazer problemas na vida adulta, incluindo nos relacionamentos.

Seja como tenha sido a sua adolescência e essa fase de descobertas, a massagem vaginal é algo muito importante para as mulheres.

Para fazer isso também não importa o seu estado civil, seja solteira, casada, enrolada ou com vários parceiros (ou parceiras) a massagem vaginal é super indicada.

O que é e como fazer massagem vaginal?

Essa é uma técnica que se iniciou nos dias atuais no Reino Unido e nos Estados Unidos. Mas já existem indícios da massagem vaginal desde antes de 1000 anos D.C. na Índia e na China. Ela também é conhecida como Massagem Yoni.

Essa massagem busca trazer benefícios para as mulheres. O foco dela não é atingir o orgasmo e sim descobrir o que dá mais prazer, além de trazer outros benefícios de forma geral para as mulheres.

Já existem muitos profissionais dentro dessa área da massagem vaginal, que realizam ela assim como profissionais de outra área da massagem, como as feitas em outras partes do corpo.

Essa massagem no momento ainda pode ser considerada cara para muitas mulheres. Uma sessão dela pode custar facilmente 300 reais.

Mas você pode fazer isso também em casa. Existem muitos tutoriais na internet que ensinam o passo a passo. Mas uma boa parte dessa técnica é instintiva, sendo que a mulher deve procurar o que mais a conforta nesse momento.

A técnica consiste nas seguintes etapas:

1- Massagear o clítoris;

2- Massagear outras áreas da vagina. Regiões que não são exploradas durante a masturbação que visa alcançar o orgasmo;

3- Massagear o ânus. Muitas mulheres não sabem que essa é uma região muito sensível, incluindo o ‘caminho’ entre a vagina e o ânus;

4- Exercícios de contração e relaxamento da vagina e anus para fortalecimento do assoalho pélvico;

5- Introdução do dedo na vagina, com o intuito de explorar e identificar novas áreas de prazer.

Como dito, aqui o foco não é atingir o orgasmo e sim descobrir novas regiões de prazer, assim como relaxar.

Esqueça os tabus que sua vida ou sociedade impuseram a você. Esse é um momento de descoberta.

Não pense que está fazendo algo errado ou algo proibido, o seu corpo é SEU e quem dita as regras dele é você e ninguém mais.

Porém, se você se sentir desconfortável assim mesmo, pode pedir para o seu parceiro ou parceira realizar a massagem em você, desde que seja seguido aquilo que você fale.

O orgasmo pode chegar no final, trazendo ainda mais relaxamento, mas lembre-se sempre que esse não é o foco da massagem vaginal.

Abaixo falaremos um pouco mais sobre os benefícios que essa técnica traz para você e sua vida.

Benefícios da massagem vaginal

Os benefícios dessa técnica são amplos e vão muito além apenas do relaxamento e prazer.

Entre os benefícios que a massagem vaginal traz, podemos citar:

1 Relaxamento e prazer;

2 Libertação de traumas e descobrimento;

3 Fortalecimento do assoalho pélvico;

4 Combate o stress;

5 Aumento da produção de hormônios.

Considerações finais

Como você pode ler a massagem vaginal traz inúmeros benefícios para você e para a sua vida como um todo.

Com todos esses benefícios descritos acima, vai dizer que não dá vontade de experimentar?

Então experimente e liberte-se.

Fonte: Tudo ela

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Expressões “safadas” podem aumentar o prazer no sexo. Saiba como usar!

Especialista dá dicas de como apostar no vocabulário para aumentar a temperatura na hora da transa

Segundo a máxima popular, mais importante que o que falar é como falar. Se a premissa vale para praticamente qualquer situação, no sexo as expressões que usamos e como as reproduzimos são determinantes: podem tanto apimentar a transa quanto quebrar o clima. A questão é: como evitar a segunda situação?

Para o sexólogo e psicoterapeuta André Almeida, tudo é questão de diálogo. “Quando há intimidade na relação é possível perguntar abertamente sobre as preferências sexuais do parceiro(a), inclusive se tratando de dirty talk”, explica.

Já quando a transa é casual e não sobra muito tempo para apresentações, vale ponderar alguns termos que podem ofender a pessoa. “Em vez de chamar a parceira de ‘safada’, por exemplo, pode-se elogiar o corpo dela, dizer o que gostaria que ela fizesse. O mesmo funciona para os homens.”

O que excita

A rede social adulta Sexlog ouviu 550 usuárias sobre o tema e descobriu que 84% delas adoram ouvir palavras realmente “sacanas” entre quatro paredes – incluindo alguns xingamentos –, enquanto 16% preferem receber elogios e declarações românticas. Apenas 10% das participantes afirmaram gostar de sexo em silêncio.

Outro estudo, do jornal britânico Daily Star, focado no público masculino, revelou que eles também adoram um diálogo picante.

Para 30% dos participantes, ouvir algo como “vamos mais forte” aumenta o tesão. Logo em seguida na preferência, com 27%, estão expressões que soam como “eu quero você agora”; outros 23% revelaram gostar de ouvir “estou sentindo você bem forte”. Por fim, eles também apreciam elogios sobre o tamanho do pênis e outras partes do corpo.

Falar com jeitinho

E se a timidez bater? Enquanto falar sacanagem na hora H é bastante apreciado por homens e mulheres, um comportamento silencioso pode ser interpretado como falta de empolgação. Mas sem neuras, para tudo há solução.

“Além da combinação das palavras, a forma como elas são ditas e o estado de espírito da pessoa têm muita influência em como aquela comunicação será recebida”, comenta o especialista.

A orientação mais importante é: “aja naturalmente”. Afinal, não adianta nada seguir um repertório com o qual você não se identifica. Lembre-se: “como” é mais importante que “o quê”.

Romance

Frases que parecem inocentes, como “adoro a sensação da sua boca na minha pele”, podem ser o suficiente para despertar a imaginação do parceiro(a). Se ainda assim as palavras sumirem no calor da emoção, utilize os sentidos: gemer e sussurrar algo no ouvido, por exemplo, pode ser incrivelmente estimulante.

Quer apostar no romance? Sem problemas também. “É importante entender se a declaração vale para o contexto e se aquilo seria excitante para o momento. Em ambientes propícios, o ‘eu te amo’ tem o seu valor”, esclarece Almeida.

Diga o que quer e como está se sentindo

Uma forma de elevar o sexo para outro nível é dizer o que deseja. Além de praticar o glossário indecente, a iniciativa ajuda o outro a entender como proporcionar prazer, para que ambos cheguem ao orgasmo. A dica é expor como quer ser tocado, em que intensidade ou um fetiche que pensa em realizar.

Se os envolvidos curtirem o clima de dominação, ordenar pode ser ainda mais interessante – tanto para quem manda quanto para quem obedece. Narrar o seu ponto de vista da cena e revelar como seu corpo está reagindo ao estímulo sexual também pode levar o parceiro à loucura.

E o tapinha? Dói?

Se ambos estiverem com vontade, se o gesto não machucar e a intenção for cobrir o outro com carícias logo em seguida, os tapinhas não vão doer. Pelo contrário, podem ser um fetiche poderoso. O cuidado, aqui, é na dose e no respeito. “Considere as vivências e construções sociais do outro e tenha cautela ao reproduzir comportamentos com vieses pornográficos.”

Dúvidas esclarecidas? É falar para gozar e ser feliz.

Fonte: Pouca Vergonha

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O sexo caiu na rotina? Confira 5 dicas para esquentar a relação

Profissionais do Instituto do Casal listam cinco dicas que vão ajudar a esquentar a relação e beneficiar a vida sexual

Com o passar dos anos, o relacionamento pode cair na rotina e a temperatura entre quatro paredes dar uma esfriada – e fazer com que o sexo fique menos frequente. Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada pelo Instituto do Casal, em 2016, indica que 55,9% dos casais consideram a vida sexual ruim.

De acordo com Marina Simas, psicóloga e sócia-diretora da empresa, falar sobre sexo é um dos assuntos mais frequentes nas terapias de casal. “Todo mundo faz, só que algumas pessoas com menos e outras com mais frequência. É impressionante como ainda existe um tabu sobre um tema natural e o quanto a vida sexual influencia uma relação”, ressalta. Mas, afinal, como esquentar a relação e deixar o clima cada vez melhor? Confira cinco dicas que vão ajudar!

1. Conheça seu corpo e estimule outros prazeres

Muitas pessoas ainda não sabem, mas não é só a área genital que garante prazer durante o sexo. Para aproveitar bem o momento, é preciso conhecer o corpo e as áreas que possam proporcionar prazer e, assim, garantir uma fuga da rotina para o casal. Para isso, o par também deve conhecer o outro e estimular áreas que possam ser diferentes.

“Tem muitas mulheres e homens que não sabem onde fica o clitóris e o ponto G e não conhecem o próprio corpo ou o corpo do parceiro. Se são assim com a área genital que é básica, imagina com as outras partes do corpo se forem consentidas por ambos”, expõe Denise Figueiredo, psicóloga e sócia-diretora do Instituto do Casal.

De acordo com Denise, o que vale nesses casos é apostar em brincadeiras com outras partes do corpo e sempre inovar para que o sexo não pareça igual e, assim, esquentar a relação. “O céu é o limite e, para estimular o prazer, vale todo tipo de investida”, explica. Já pensou em utilizar brinquedos eróticos ? Converse com o par e permita que a relação fiquei mais apimentada.

2. Agende o sexo

No início, pode até parecer estranho, mas você já imaginou em ter um dia e horário para colocar o sexo em ação no relacionamento? De acordo com as profissionais, essa é uma forma de conseguir espaço e momentos juntos para viverem a intimidade. 

“Muitas pessoas acham que o sexo tem que ser de forma natural, mas é extremamente interessante também poder agendar o momento. Até por que quando você tem um encontro e espera pelo sábado a noite pra isso, você também acaba se programando para o momento. Isso também é válido no relacionamento”, ressalta Marina.

3. Explore outros locais

Para variar o sexo, vale sair do quarto e ir para os outros cômodos, como sala, cozinha e até dentro do chuveiro no banheiro. Mas, além disso, por que não tentar também fora de casa? E nem precisa ser em um local distante. “Se não tem tempo de viajar, já pensou em passar um final de semana em um hotel na própria cidade? O casal pode explorar um ambiente diferente e sair da rotina”, aponta Denise.

4. Deixe o celular de lado

No ano passado, outra pesquisa do Instituto do Casal aponta que 47% dos casais brigam com o par por conta do uso excessivo do celular. Atualmente, é difícil se manter desconectado, mas a tecnologia pode atrapalhar o relacionamento. “É muito comum o casal deixar de fazer sexo por causa do uso do celular. O mundo está tão conectado que nem o momento a dois é preservado como deveria”, destaca Marina.

5. Busque ajuda profissional

Terapia de casal é uma prática que pode ajudar a estimular o diálogo e dar alternativas para uma vida sexual que o casal acha que está fadada a monotonia. A ajuda profissional pode contribuir nos desenvolvimentos comportamentais e emocionais do casal e fortalecer o relacionamento.

“O que percebemos é que muitos casais só procuram terapia quando a relação já está para terminar e isso pode ser ruim. É muito importante já ter o hábito de buscar uma ajuda desde o início”, finaliza Denise.

Ao seguir essas dicas, você conseguirá esquentar a relação e ter ainda mais prazer durante o sexo.

Fonte: DELAS@

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Ainda é alto o número de mulheres heterossexuais que fingem orgasmo.

Dia do Orgasmo 31 julho

Segundo pesquisa feita pelo Archives of Sexual Behavior, 3 em cada 4 mulheres hétero já fingiram orgasmo e isto acontece a cada 3 vezes que fazem sexo. A pesquisa foi realizada com 463 mulheres britânicas com idade média de 38 anos. Esse número é assustador e reflete a falta de conhecimento sobre a sexualidade feminina, em especial de mulheres heterosexuais.

O casal, em conjunto, deve falar mais sobre sexo, experimentar novas possibilidades para começar uma mudança de hábitos que traga mais prazer para ambos.

Pouca estimulação do clitóris, preliminar curta ou inexistente e uma certa violência bate-estaca que para a maioria das mulheres não leva a lugar nenhum

Tudo que vemos nos filmes pornôs onde as mulheres fingem estar morrendo de prazer, muitas vezes é encenação. Para conhecer mais sobre seu parceiro ou parceira, crie o hábito de dialogar e observar. Pergunte sobre suas preferências e vontades e observe suas reações diante das práticas. Uma relação prazerosa e com muitos orgasmos para todos os lados, requer esforço e dedicação do casal.

Orgasmo x Squirting

Termo Squirting vem do verbo inglês esguichar. A lubrificação vem de duas glândulas que ficam dentro do canal vaginal. Quando essas glândulas estão cheias de líquido e a mulher têm uma contração, esse líquido jorra de uma vez só, é quando ocorre o Squirting. Porém, segundo alguns estudos científicos, isso acontece em média só com uma a cada dez mulheres.

O que acontece com o restante das mulheres? Bom, esse líquido não fica preso dentro da glândula, ele vai saindo durante toda a transa de uma forma natural. Então aquilo que muitas vezes vemos nos filmes pode muito bem ter sido forjado. Uma coisa importante a dizer é que ter orgasmos intensos não quer dizer que você terá um Squirting. Pode ser que você tenha vários orgasmos e o líquido vai sendo liberado ao longo do sexo.

E você, vai adotar quais novos hábitos para ter ainda mais prazer?

Fonte: Kalyacosméticos

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“Livros eróticos ajudam a mulher a se emancipar”, diz autora do gênero

Ainda na adolescência, Lani Queiroz começou a escrever contos eróticos. Cinco anos após publicar seu primeiro livro do gênero, ela já é considerada uma autora best seller do segmento na Amazon. Muito além de despertar desejos e fantasias, Lani acredita que as obras de conteúdo sexual são uma forma de libertação do prazer feminino.

A autora afirma que a literatura erótica ajuda mulheres a redescobrir desejos e se libertar. “Para o público feminino, funciona como forma de emancipação. A mulher sempre foi marginalizada, mas através dos livros eróticos elas podem viajar por vários universos e se encontrar com elas mesmas”, opina.

Ela compartilha que muitas leitoras entram em contato para comentar sobre seu trabalho e que o orgasmo feminino ainda é um grande tabu. “Várias mulheres passam a vida toda e não conseguem experimentar um, mas tenho leitoras que conseguiram se libertar e até criar uma nova relação com o marido”.

Lani ainda revela que a preferência geral é pelo sexo mais bruto e selvagem. “Mas também há várias leitoras românticas. O elemento essencial para todos é o romance, a trama. É importante a questão erótica, mas o que prende mesmo é como isso é construído. As cenas eróticas são um quê a mais”, avalia.

E a literatura erótica não é voltada apenas para o público feminino. A autora conta que homens e casais também leem junto, como forma de brincadeira sexual entre a dupla. “O que leva as pessoas a lerem é a curiosidade. Temas polêmicos e considerados tabu atraem mais, embora haja críticas”, analisa.

Ela aponta o sucesso da trilogia de 50 tons de Cinza como prova disso. “Foram livros muito criticados, mas aclamados pelos leitores. Ajudaram muito o mercado de literatura erótica, que antes era elitista e segregador. O mercado tem aberto espaço aos autores nacionais”, percebe.

Para Lani, ainda existe preconceito com o gênero, mas é cada vez mais fácil discutir termas relacionados à sexualidade. “A internet colaborou muito para isso. O Youtube, por exemplo, tem vários canais falando sobre o assunto, dando dicas e orientando o público”, exemplifica.

A autora afirma que existe um movimento, não só da literatura, mas da sociedade em busca da libertação da sexualidade. “A mulher começou a se emancipar, saindo da sombra do homem e buscando o próprio prazer, sem vergonha ou culpa. Esses pesos foram colocados na cabeça dela”, conclui.

Cinco autoras eróticas para descobrir e se deliciar

#1 E. L. James – Autora da trilogia 50 tons de cinza

#2 Jas Silva – Autora de Aconteceu Você

#3 Nana Pauvolih – Autora de Redenção pelo amor

#4 Beth Kery – Autora de Porque você é minha

#5 Sylvia Day – Autora da série Crossfire

Fonte: Metrópoles

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Afinal, como faço para encontrar meu ponto G?

Não sabe como encontrar? Profissionais ensinam como localizar o ponto G para garantir orgasmos ainda melhores

O ponto G é um dos assuntos mais debatidos quando se trata da saúde sexual das mulheres. Desculpe o trocadilho, mas vamos direto ao ponto: sim, definitivamente essa área existe e é absolutamente acessível.

“O ponto G é a esponja uretral posicionada contra a parede vaginal”, explica Carolanne Marcantonio, terapeuta sexual sênior e co-fundadora da Wise Therapy (EUA). “Semelhante a um pênis ereto, a esponja fica maior quando excitada, para que você possa encontrá-la melhor.”

Dito isto, algumas pessoas podem pensar que o ponto G não existe simplesmente porque nem toda mulher tem um.

Mas se você sem querer passou por seu ponto G algumas vezes e ficou tipo “NOSSA” – ouça. Não é apenas o seu ponto G que parece incrível. “Quando o ponto G é estimulado, ele empurra o clitóris e os ligamentos clitoriais, o que causa prazer.  “Tudo está conectado”.

Agora que você sabe que existe, como encontrar o ponto G?

Primeira coisa: você precisa saber onde procurar. O ponto G está entre o osso púbico e a parte da frente do colo do útero, a cerca de duas polegadas da abertura vaginal, na parede frontal da sua vagina (a que fica mais perto do estômago e não das costas). E apesar de ser considerado um mistério da sexualidade humana, uma vez que você o encontra, pode desbloquear o duplo orgasmo vaginal e clitoriano (sim!).

Mas antes de colocar os dedos, procure estar excitada. Isso porque assim mais sangue corre para sua região pélvica e o local fica mais elevado e mais fácil de ser encontrado. Então acenda algumas velas, fantasie, veja alguma pornografia feminista ou o que preferir.

Uma vez que você está no ponto, Marcantonio recomenda “inserir seu (s) dedo (s) de dois a três centímetros para cima, curvando-o (s). Em seguida, balance-os em direção ao umbigo.”

Seu ponto G pode parecer mais áspero do que outras partes de sua vagina, ou uma área estriada, mas nem sempre é o caso. “Não há uma textura específica que você precise procurar”, diz Marcantonio. “A melhor maneira de achar é experimentar.”

Encontrei! E o que devo fazer agora?

“Use uma pressão firme e profunda para acariciar a área. Tente um movimento circular ou mais de uma técnica para cima e para baixo.

Tenha em mente que o ponto G não está na parede frontal da vagina. Em vez disso, é algo que você pode sentir pelo centro da parede frontal ou um pouco à esquerda ou à direita do centro. Já que não está lá, você pode precisar de mais pressão do que pensa para acertá-lo.

Se você está lutando para encontrar o ponto G com os dedos, ou apenas quer mais pressão do que seus dedos podem produzir, ou tentar um brinquedo sexual curvo.

Dica: lubrifique antes de inseri-lo lentamente e faça um movimento de balanço em direção ao seu umbigo.

Se estiver se sentindo bem até agora, aumente o ritmo e crie muitas fricções ao aumentar suas chances de orgasmo. “Estimular a área criará sensações se for um ponto quente para você.

Ainda melhor, ela diz que as mulheres relataram que os orgasmos do ponto G são mais cheios, mais intensos, mais emocionais e mais encorpados do que a variedade clitoriana. É claro que, se você não o alcança, mas se sente bem de qualquer maneira, isso também é incrível. Conhecer melhor o seu corpo é sempre uma coisa boa.

“A sensibilidade do ponto G também varia com base no ciclo menstrual”, diz Marcantonio. De fato, “todos os pontos de prazer podem mudar à medida que o corpo progride através de seu ciclo”. Então não surte se a sensação mudar ao longo do mês – isso é apenas o seu corpo trabalhando normalmente.

Estimular o ponto G pode me ajudar a ejacular?

Se você estiver interessada em ter uma ejaculação feminina, tocar seu ponto G pode ser o caminho certo. “Embora nem todo mundo consiga, e a ejaculação não seja igual a orgasmo, a estimulação do ponto G é frequentemente relacionada ao potencial de ter um squirt – como é chamada a ejaculação.

Se bastante líquido se acumula e é seguido por pressão intensa (tanto no ponto G como no clitóris), a ejaculação pode ocorrer. Isso nem sempre acontecerá – isso depende de quão hidratada você é –, mas se estiver excitada, definitivamente vale a pena tentar. Apenas, lembre-se de colocar uma toalha antes de tentar.

Mais importante ainda, lembre-se de que todo corpo é diferente. Por isso, se a sua primeira tentativa de estimulação do ponto G não for um sucesso total, continue experimentando. Afinal, a prática leva a perfeição, certo?

Fonte: Amor e sexo

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