Como fazer um bom striptease: 8 dicas para você arrasar!

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É legal lembrar que fazer um bom striptease não é apenas um agrado para o seu parceiro. É uma forma de estreitar os laços de intimidade.

Para os homens – que se excitam muito com a visão – a ideia de assistir suas parceiras fazendo um striptease é bastante excitante, por mais que possa soar estranho e até um pouco engraçado para algumas mulheres.

Essa dança sedutora teve origem nos Estados Unidos, em 1917, de uma forma no mínimo inusitada: uma atriz, preocupada com os custos de manutenção do seu figurino, despretensiosamente, tirou a gola do seu vestido, levando os homens da plateia à loucura. Diante da reação calorosa, ela continuou a se despir, criando essa performance tão amada pelo público masculino.

Mas se por um lado essa prática é um dos melhores jeitos de excitar um homem e criar um clima erótico entre o casal, por outro, fazer um bom striptease não é tão simples assim. É preciso uma boa dose de autoconfiança e certa expertise para estimular todos os sentidos do seu parceiro a cada peça de roupa tirada.

1. Treine antes

Um bom striptease envolve dança sensual, contato visual e técnicas para tirar a roupa de forma provocante. Portanto, se você nunca fez isso antes, é aconselhável treinar para adquirir um pouco de prática.

A dica é simular a apresentação na frente do espelho. Assim, você pode ver como saem os movimentos e feições, o que lhe deixará mais segura na hora H.

Também é importante para pegar mais desenvoltura e controle corporal.

2. Prepare o ambiente

O grande intuito do striptease é provocar e para isso, é importante criar uma atmosfera de sedução e sensualidade.

O striptease pode ser feito em casa, mas alguns motéis oferecem quartos com pole dance, cadeira erótica e outros acessórios que podem ser bem úteis na hora do strip.

Você pode deixar o ambiente a meia luz, mas a iluminação deve ser suficiente para que seu parceiro possa vê-la, obviamente. Você pode deixá-lo na cama ou sentado em uma cadeira, com as mãos livres ou amarradas. Coloque uma música ambiente sensual e envolvente.

3. Escolha uma música sensual

A música é essencial para fazer um bom striptease. Ela é um elemento de suma importância e deve ser escolhida de acordo com o que melhor se conecta a você e ao seu parceiro.

Ela deve ser suave e envolvente para que nunca se sobreponha a você, mas ao mesmo tempo deve ter as batidas bem marcadas para ajudar a sincronizar com os movimentos da dança e da roupa caindo.

4. Use a estratégia para escolher o que vestir

A escolha da lingerie que você vai usar no momento do striptease deve ser pensada estrategicamente. Nunca use peças com as quais você não se sinta segura ou à vontade. Escolha uma lingerie matadora, mas que tenha a ver com a sua personalidade e ressalte os pontos fortes do seu corpo.

Além disso, é interessante usar algo além da lingerie para fazer o jogo de provocação do “mostra e esconde”. Comece a dança usando um sobretudo, robe ou camisola sensual para aumentar o mistério e deixar seu parceiro ainda mais excitado.

Outra dica é usar sapatos de salto alto, visto que eles melhoram a postura e fazem parte do imaginário masculino, assim como meias 7/8, cinta liga e meias do tipo arrastão. Uma dica interessante é começar com os cabelos presos e soltá-los durante a exibição.

5. Prepare-se para aguçar todos os sentidos dele

Como o próprio nome “striptease” sugere, este é um jogo de provocação, no qual aquele que assiste pode desfrutar de quase todos os sentidos, menos o tato, o que faz com que todos os outros fiquem mais aguçados.

A visão é sem dúvidas o principal sentido estimulado no striptease, portanto, use e abuse do olhar sedutor, sorriso malicioso e movimentos sensuais. Mas cuidado com os exageros. Nada de forçar a barra e fazer caras e bocas sem nenhuma naturalidade.

O sentido da audição fica a cargo da música escolhida por você, daí a importância de realizar uma boa escolha, com um som envolvente e sensual.

O olfato também é muito importante, use um perfume provocante e chegue bem perto do seu parceiro para que ele possa sentí-lo, mas sem encostar.

6. Tenha autoconfiança na hora H

Talvez, essa seja a maior dificuldade das mulheres, mas o fato é que para fazer um bom striptease é preciso ter muita autoconfiança.

Essa é a chave para envolver qualquer homem enquanto você tira a roupa. Mantenha-se segura, faça contato visual com ele a cada movimento. Agora não é hora de pensar se ele está gostando, se você está se saindo bem, ou o que ele está achando da sua apresentação.

Faça movimentos lentos e sensuais combinados ao ritmo da música enquanto tira cada peça, mexa bem os quadris e passe a mão pelo seu corpo. Deixe-se envolver e mantenha os olhos no seu parceiro. Será impossível ele não ficar envolvido.

7. Conheça algumas técnicas para tirar as peças de roupas

Na teoria, a ideia é simples: tirar a roupa enquanto faz movimentos lentos e sensuais. Mas na prática, existem alguns truques e macetes para tornar esse momento mais sexy.

Por exemplo, sempre que você tirar uma peça de roupa, deixe-a cair no chão e empurre a peça sensualmente para o lado com o pé.

Se estiver usando um sobretudo ou robe, encare seu parceiro e desabotoe ou desamarre-o vagarosamente. No caso de camisolas, deixe as alças caírem nos ombros e a camisola cair por baixo, nunca a retire por cima.

Se estiver usando meias 7/8, tire o sapato, apoie o pé em uma cadeira de modo que você fique de perfil para ele, mantenha uma posição bem ereta e enrole a meia lentamente até o pé, retirando-a. Os homens ficam loucos com essa cena.

Na hora de tirar o sutiã, a dica é deixa a alça cair sobre os ombros, ficar de costas para ele, abrir o fecho e deixar a peça cair no chão. Não se mostre imediatamente. Cubra os seios com as mãos, vire-se, aproxime-se dele e então se mostre.

8. Termine com um grand finale!

A calcinha é sempre a última peça a ser retirada, por isso, vale fazer um suspense.

Passe as mãos nas coxas e virilha, passe o dedo por dentro da calcinha, insinue-se. Vire de costas, ameace descer um pouco a lingerie e desista. Algumas mulheres preferem deixar que o parceiro tire a calcinha, outras preferem tirar. Se optar por tirar, faça-o bem lentamente, de costas, mas sem perder o contato visual.

A partir daí, aproxime-se do seu parceiro e deixe que ele finalmente te toque. A essa altura ele já estará explodindo de tesão e é só partir para ação!

É legal lembrar que fazer um bom striptease não é apenas um agrado para o seu parceiro. É uma forma de estreitar os laços de intimidade. E há outro lado nessa dança sensual. Fazer um striptease é uma forma de explorar a sua essência feminina, valorizar o seu corpo e se sentir mais bonita, desejada e empoderada. Ou seja, é bom para o seu parceiro e para a sua autoestima!

Fonte: Tudo ela

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Como fazer sexo sozinha e ser incrível!

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Homens e até mesmo mulheres não sabem do potencial que a masturbação tem para si mesmas. Muitas vivem achando que é errado se manifestar sexualmente, explorar seus corpos e sentir prazer sem precisar da presença de um homem. Mas a verdade é que não há nada de errado com isso. Segundo Freud, a sexualidade existe e já é aflorada desde a infância e suprimir essas vontades pode não ser o melhor caminho.

Seja ainda garota na fase de descobertas ou já uma mulher adulta, toda pessoa do sexo feminino tem todo o direito de deixar sua sexualidade aflorar. Geralmente, vemos que a masturbação masculina já é vista como natural e deixou de ser tabu há algum tempo, mas a masturbação feminina não é aceita ou ainda é vista com maus olhos inclusive por alguns homens, como se somente mulheres promíscuas se masturbassem e pudessem sentir prazer por si mesmas.

Por muito tempo prevaleceu-se a ideia de que a mulher era apenas uma procriadora e que, por isso, está aqui somente para cumprir o seu papel de gerar descendentes e dar prosseguimento às espécies. Muitas religiões ainda prezam e pregam esse pensamento conservador e machista, mas na realidade a mulher pode e deve transar por prazer e não apenas para reprodução. E ela pode também e deve saber como fazer sexo sozinha e sentir prazer por conta própria, usando de alguns métodos para isso, como a masturbação.

Em plena era da informação, com todos os avanços tecnológicos e medicinais, o pensamento que restringe a liberdade sexual e o pensamento puritano não são compatíveis com o restante e por isso a masturbação feminina deve deixar de ser vista com repúdio e ser aceita como acontecimento natural e, inclusive, benéfica para a sexualidade e para o bem estar da sociedade. Saiba a partir de agora como fazer sexo sozinha abaixo!

Provoque-se

Não é porque você está sozinha que não precisa se estimular. A mulher pode se estimular visualmente, inclusive isso contribui para aumentar seu tesão. Coloque uma lingerie sexy, arrume seu cabelo, passe uma maquiagem, sinta-se linda e sensual. Assim você se sentirá mais solta para explorar seu corpo. Crie o hábito de se admirar em frente ao espelho, com alguma roupa que realça sua beleza e que destaca seus atributos. Veja como seus seios, bumbum e pernas ficam lindos em contraste com determinada roupa. Para saber como fazer sexo sozinha e sentir prazer, é preciso aprender a se amar e se admirar antes de tudo. Isso é meio caminho andado para uma masturbação satisfatória.

Estimule seus instintos selvagens

Agir como um animal de vez em quando pode ser interessante nesse processo de exploração do corpo. Uma boa ideia é também criar o hábito de ficar nua pela casa. Isso contribui para que você se acostume com seu próprio corpo, fique mais livre, vulnerável e se sinta confortável consigo mesma.

Você pode também aprender a comer com as mãos, voltando aos hábitos dos ancestrais. A comida estimula bastante o lado erótico e sexual por proporcionar um outro tipo de prazer e ser afrodisíaco. Assim nada melhor do que se lambuzar, lamber os dedos e comer comidas prazerosas que te deixe mais liberta.

Pesquise sobre assuntos eróticos

Se você desconhece posições diferentes, não entende de sexo a três, voyeurismo, exibicionismo, sadomasoquismo, massagem yoni, ducha íntima e outros assuntos intermináveis relacionados ao sexo, você pode se permitir descobrir isso, fazendo pesquisas em nosso site, lendo artigos que podem ser bastante esclarecedores e contribuir para que seu lado mais sexy venha à tona.

Em uma pesquisa você pode começar a se descobrir, imaginando cenas e pensando o que gostaria de fazer para ser mais feliz sexualmente. Não tenha vergonha de pesquisar, de ler, de conversar com outras pessoas. Esse mundo de descobertas irá abrir sua mente e te excitar bastante com as novas possibilidades.

Assista a pornografia

Se você nunca assistiu, você precisa experimentar ver algum vídeo erótico ao menos uma vez na vida. Existem mulheres que não gostam e não precisam disso para se masturbar ou se sentir à vontade e excitadas. Já outras podem usar revistas masculinas ou até mesmo femininas, além de vídeos pornográficos como aliados na hora de aprender como fazer sexo sozinha. O estímulo visual é importante na masturbação e ao ver um ato sexual ou pessoas nuas se provocando, isso pode dar aquela lubrificada que você precisa. Você pode se masturbar assistindo ao vídeo ou depois que terminar de assistir quando já estiver muito excitada.

Em frente ao espelho

Uma boa técnica de se conhecer mais e ser estimulada visualmente com seu próprio corpo é se masturbar em frente ao espelho. Veja como você se posiciona, como seus dedos se movimentam, como você se acaricia, as caras e bocas que você faz quando está com prazer, etc. Tudo isso é muito benéfico para você aprender como fazer sexo sozinha e para seu bem estar.

Estimule outras partes do corpo

Lembre-se: você possui outras zonas erógenas além da vagina e clitóris. Você pode procurar estimulá-las. Apalpe e brinque com seus seios, lamba os bicos dos seios se sua flexibilidade permitir, passe as mãos por todo seu corpo. Se quiser você, pode inclusive colocar o seu dedo no ânus ou tentar alcançar o ponto G na parte superior da vagina.

Movimentos diferenciados

Além de ficar em um movimento de sobe e desce ritmado em sua vagina quando estiver se masturbando, tente explorar de uma outra forma com movimentos circulares, com menor ou maior intensidade, acima ou abaixo da vagina buscando atingir as camadas esponjosas que podem causar bastante prazer à mulher. Procure perceber quais estímulos te agradam mais e quais te agradam menos ou incomodam. Isso será muito bom para melhorar o sexo a dois também.

Estimule sua audição

Não é porque você está aprendendo como fazer sexo sozinha que você precisa ficar muda. Se você gostar de ouvir sacanagem, você pode dizer certas frases que te deixam muito excitada, como se estivesse com outra pessoa. Diga o que vai fazer com seu parceiro, o que quer que ele faça imaginariamente (e faça você mesma) ou se elogie em meio a gemidos. Alguma dúvida de que isso será um plus para o sexo sozinha?

Brinquedos eróticos

Criar a intimidade consigo mesma através das mãos é muito importante, mas você pode aderir aos brinquedos eróticos de vez em quando. Toda mulher deve ter um vibrador para desvendar os desejos mais sórdidos e as zonas mais erógenas do seu próprio corpo.

Escolha um que seja a sua cara, com a textura, cor, tamanho, grossura e funções que você quiser. Há uma infinidade de produtos no mercado, inclusive alguns vibradores peludos que imitam ursos de pelúcia. Escolha aquele que mais tiver a ver com você e sua personalidade. Você pode também adquirir lubrificantes para melhorar a masturbação e alguns géis comestíveis para se lambuzar.

Desligue-se do mundo

Para o sexo sozinha dar certo e ser incrível, você precisa se desligar do mundo lá fora, estar sozinha em casa ou em um local bem reservado que não seja interrompida. Então você só precisa relaxar e se entregar a si mesma. Coloque um incenso, umas almofadas coloridas, uma meia luz para criar um clima, um som ambiente que seja do seu agrado, fique linda e delicie-se.

Apenas aprendendo como fazer sexo sozinha, sentindo prazer consigo mesma e feliz sem depender de outra pessoa, é que você conseguirá se relacionar e melhorar o sexo a dois, por isso, não tenha medo. Boa sorte!

Fonte: 180graus

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Jogos eróticos para apimentar sua relação!

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Por que resolvemos falar sobre jogos sexuais?  Mas a gente sabe que a rotina muitas vezes compromete o interesse sexual dos casais, por isso é bom tentar, de vez em quando, quebrar esse dia-a-dia monótono e dar uma reaquecida na relação.

Veja por que fazer jogos eróticos:

  • Apimentam a relação
  • Reforçam a intimidade entre o casal
  • Colocam um pouco de diversão no sexo
  • Estimulam a descoberta conjunta de prazer
  • Permitem que você conheça melhor a si mesma
  • Desencadeiam sensações que você nem imagina que existam!

Regras do jogo

Não é preciso bater na porta de um clube de swing ou fazer um curso de striptease para apimentar sua vida sexual. Com um pouco de imaginação, você pode ter cenas de sexo tórrido e delicioso com seu parceiro.

Para isso, basta entrar na pele de alguns personagens. Veja algumas dicas de jogos eróticos para aproveitar em casal, além de cenários sensuais que vão aumentar ainda mais o desejo e o prazer durante a transa. Escolha o que combina melhor com vocês e sinta a temperatura subir!

1 – Prepare o cenário
Para encarar o jogo de verdade, você precisa preparar o ambiente de acordo com a brincadeira. Esse será mais um estímulo para vocês aproveitarem ao máximo. É possível até mesmo refletir sobre os diálogos ou frases que serão ditos na hora H.

2 – Ou improvise
Tem pessoas que preferem improvisar a cena, o que garante aquele toque de surpresa e ansiedade. Depois de um tempo de prática, você se sentirá mais à vontade para isso.

3 – Treine com antecedência
Previna a si mesma até mesmo sobre o que não gostaria que acontecesse. Mesmo que seja um jogo, você não deve se forçar a fazer algo que não queira.

4 – A escolha do casal
Qual jogo escolher? Um que combine com vocês dois. A escolha não é das mais fáceis, já que a imaginação sexual de cada um é muito diferente. O ideal é encontrar uma opção que seja pelo menos parecida com as fantasias de ambos.

Saindo da rotina

Se você quer manter a paixão viva com o seu parceiro, saia da rotina, deixe-se levar. Os jogos eróticos são a melhor fórmula para inflamar a paixão dentro do seu relacionamento.Se você perceber que o sexo está começando a ser um tanto monótono, rotineiro e até chato, não há razão para abandonar o navio e deixar tudo acabar. Use a imaginação que é o melhor instrumento para dar um novo fôlego no relacionamento. Faça a sua parte para que nenhum de vocês fique entediado. Jogos eróticos quebram qualquer rotina.

Confira as dicas da sexóloga francesa Catherine Solano:

5- Fique atenta aos desejos do outro
Quais são as grandes fantasias do seu parceiro? O que o faz sonhar e ficar louco de tesão? Preste atenção a esses pequenos detalhes. Talvez para você eles não tenham muita importância, mas para seu amor eles são essenciais.

6- Sem pressão!
Nunca pense que por estar em um jogo você deve se mostrar uma expert do sexo. Aqui, o objetivo é se divertir com seu parceiro.

7. Invente, repita
Você não é obrigada a experimentar todos os jogos. Se achar que um deles não tem nada a ver com vocês, fique à vontade para inventar suas próprias versões ou repita quantas vezes quiser as que deram certo desde a primeira vez.

8- Aposte nos acessórios
Use e abuse de roupas sensuais, acessórios eróticos, objetos de decoração, lugares inusitados… Mas também, se esse não for seu estilo, não há problema nenhum em ser sóbria e natural. O que conta é estimular a imaginação. Os acessórios ajudam bastante, mas não são indispensáveis.

Sinta-se à vontade para viver suas fantasias da maneira que preferir. Chegou sua vez de jogar!

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Falta de sexo! 11 consequências para o organismo

 

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Você sabe quais são as consequências da falta de sexo para o nosso organismo?

A falta de sexo afeta o seu, o meu, o nosso organismo de forma física e emocional.

A falta de sexo, às vezes nos afeta de uma forma que não percebemos, sendo muito sutil. Já outras vezes, a falta dele, aparece de forma evidente no nosso corpo.

No entanto, conforme a falta de sexo vai aumentando, os sintomas podem se tornar cada vez mais aparentes, confira abaixo.

1) Falta de sexo “Aumenta o estresse”

O sexo e os orgasmos aliviam as suas tensões obtidas durante o dia, pois relaxam seus músculos e seu corpo, liberam hormônios relacionados ao prazer e reduz os seus níveis de cortisol (hormônio do stress), dando uma sensação maravilhosa de relaxamento.

Depois de um bom sexo e um bom orgasmo você tende a relaxar não é?

Você já percebeu que depois de bons orgasmos as pessoas brigam menos?

Logo, a falta de sexo ocasiona um acúmulo de tensões no corpo e deixa algumas pessoas pra lá de estressadas.

Já ouviu aquela expressão: “Não ganhou hoje…”? Pois é, pode ser que seja isso mesmo…

 

2) Falta de sexo “Baixa a imunidade”

Você sabia que fazer sexo uma vez por semana aumenta a sua imunidade em média 30%?

Os orgasmos aumentam no organismo os níveis de imunoglobulina, que é o anticorpo responsável por combater gripes e resfriados.

Quem diria que um bom sexo e um bom orgasmo ajuda inclusive a combater a gripe?

Se você está mais estressado, seus níveis de imunoglobulina diminuem, então você também fica mais vulnerável e com a imunidade mais baixa.

 

3) Falta de sexo “Afeta o sono”

Na verdade aqui é como um ciclo vicioso:

A falta de sono afeta o sexo e a falta de sexo afeta o sono… você sabe porque?

Bom, a falta de sono gera mais cansaço e muitas pessoas não sentem vontade para o sexo devido ao cansaço. Mas como a falta de sexo pode afetar o sono?

Simples, pois todas as reações químicas que os orgasmos provocam no corpo, funcionam como um tranquilizante natural.

Com o sexo seu corpo gasta energia e descarrega todas as tensões, deixando você bem calminho(a) e descansado(a). Não te dá um sono logo depois do sexo?!

Além disso, sexo também é um exercício físico, após a prática o corpo libera endorfina (hormônio do prazer) e dopamina (hormônio que reduz a ansiedade), melhorando muito a qualidade do seu sono.

Sem sexo ficamos mais estressados. Com sexo relaxamos e tendemos a ter um sono ainda melhor.

 

4) Falta de sexo “Reduz a libido”

Quanto mais sexo você fizer, mais vontade terá de fazer. Ao mesmo tempo, se você não fizer, a tendência é diminuir seu desejo por sexo.

Quanto menos sexo, menos vontade de fazê-lo.

O que acontece é que a falta de sexo vai reduzindo no seu corpo a resposta à excitação, ou seja, assim como você precisa de frequência na academia para manter seus músculos firmes e fortes, também precisa manter os estímulos no seu corpo que te excitam, por exemplo, aquele toque, aquela carícia, aquele cheiro, hummmm e muito mais… tudo isso ajuda a manter a sua chama acesa.

 

5) Falta de sexo “Gera agressividade e compulsividade”

Como psicóloga, vejo no consultório o quanto a agressividade e compulsividade aumentam com a abstinência sexual.

Quanto mais você se priva do que deseja, mais vai reprimindo o que sente, uma hora precisará “descarregar” não é mesmo? Pode aparecer na agressividade e compulsividade.

Inclusive alguns casos de compulsividade estão relacionados com a falta de sexo, você sabia?

 

6) Falta de sexo “Afeta a saúde cardiovascular”

Ter orgasmos eleva os níveis de estrógeno no sangue, melhorando o sistema cardiovascular.

Durante o sexo seu sangue circula mais rápido, liberando vários hormônios importantes para a sua saúde e a saúde do seu coração.

Pesquisas indicam o sexo como um exercício cardiovascular, que inclusive aumenta as suas chances de combate ao câncer, reduz seus sintomas de menopausa e TPM.

Seu coração ó, maravilha… você não vai deixar que a falta de sexo afete seu coração também, né?!

 

7) Falta de sexo “Influencia negativamente para a Depressão”

Dopamina (neurotransmissores do prazer) e serotonina são as substâncias que estão presentes e são liberadas com um bom sexo.

A falta de sexo induz à depressão, pois um bom sexo regula inclusive algumas emoções.

Claro que outros fatores também contribuem para a depressão, mas se o aspecto sexual não anda muito bem, vai influenciar negativamente.

 

8) Falta de sexo “Baixa sua autoestima”

Sexo de qualidade, com respeito, comprometimento e de comum acordo colabora muito com a sua autoestima.

Seja sozinho(a) ou com alguém, se conhecer, se descobrir e entender o que te satisfaz sexualmente é muito poderoso!

Estar de bem com seu corpo também faz parte para resgatar sua autoestima e prazer.

Sexo bom ajuda em tudo isto.

 

9) Falta de sexo induz a uma “Disfunção erétil”

Atenção homens: A falta de uso pode sim causar disfunção erétil. O que acontece?

A falta do fluxo sanguíneo na região pode causar a morte de alguns tecidos do pênis… pois é, usem, usem!

 

10) Falta de sexo “Aumenta dores menstruais”

Assim como a prática regular de um exercício físico auxilia para você manter sua qualidade de vida, também a prática sexual regular auxilia nas dores menstruais, pois libera mais estrogênio, hormônio que ajuda a reduzir as dores menstruais.

Mais estrogênio = menos cólicas menstruais.

 

11) Falta de sexo “Afeta a lubrificação da mulher e músculos da vagina (vulva)”

Estudos apontam que o processo de lubrificação da mulher necessita de regularidade.

Então fazer sexo não deixa de ser também um ótimo exercício físico, treinando todos os órgãos sexuais e músculos da região, o que favorece a lubrificação e também fortalece os músculos da vagina (nossa querida vulva).

Mulheres, não deixem de praticar!

Que sintomas você percebe em seu corpo devido à falta de sexo?

(Re)descubra sua sexualidade e o que te faz bem, aumente significativamente sua qualidade de vida.

Vamos lá? Comece já.

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Áudios eróticos: mulheres buscam outra forma de consumir sexo.

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AudioPorn é o som de pessoas fazendo sexo ou se masturbando; material é visto como forma mais “ética” à pornografia de consumir conteúdo erótico

Consumir conteúdo erótico é algo absolutamente natural. Entretanto, a indústria pornográfica, à qual a maioria das pessoas tem como fonte única desse tipo de conteúdo, objetifica o corpo das mulheres e vende uma ideia de sexo que não corresponde à realidade – o que é muito prejudicial para homens e mulheres. Sabendo disso, existe quem busque materiais mais éticos e até realistas para se excitar e se satisfazer. É aí que entram os áudios eróticos.

Os áudios eróticos , ou AudioPorn, são gravações de pessoas – homens, mulheres, casais hétero ou homossexuais – transando ou se masturbando. Nos áudios se ouve os sons dos corpos, possíveis brinquedos e os gemidos das pessoas ou pessoa envolvida.

Para muitos, não “ver nada” pode até parecer estranho, mas, para quem escuta, os áudios se tornam fontes de excitação e prazer tão intensas quanto vídeos e imagens. O psicólogo Yuri Busin, doutor em neurociência do comportamento e especializado em terapia cognitivo-comportamental, explica que são apenas diferentes formas de estímulo.

“É como música: você não necessariamente vê algo quando escuta, mas sente e imagina. O áudio é só uma outra forma de se estimular, mas a pessoa vai interpretar aquilo que está escutando de outra forma, ter um prazer diferente do que teria se visse uma cena ou algo do tipo. Aliás, pode até achar mais prazeroso do que ver pornografia..

Entretanto, é fato que nem todos sentirão prazer apenas por consumir áudios eróticos, mas isso não significa necessariamente que elas não veem graça nesse tipo de coisa. O desinteresse pode ter a ver com a forma como as pessoas foram condicionadas a consumir conteúdo erótico – apenas por meio da pornografia “tradicional”.

“A excitação sexual ainda está muito ligada ao visual, então muitas vezes a pessoa pode não achar interessante o auditivo logo de cara, mas, aos poucos, ela pode, sim, ir desconstruindo essa noção de que só a imagem gera prazer e, assim, ir encontrando novas formas de se excitar. Uma pessoa pode super modificar a forma dela de consumir conteúdo erótico”, ressalta Yuri.

No entanto, apesar de muitas mulheres considerarem esta uma forma “mais saudável” de encontrar prazer e mais ética por não fortalecer a indústria pornográfica, o psicólogo ressalta que os áudios eróticos têm o mesmo poder viciante que a pornografia tradicional.

“Primeiro que a gente não fala em formas ‘mais saudáveis’, porque conteúdo erótico é uma coisa natural e vai do prazer de cada um. Além disso, os áudios também podem viciar. Tudo que mexe com o prazer de alguém tem poder viciante, porque a pessoa vai querer cada vez mais aquilo que gera o prazer, sentir cada vez mais – tanto em frequência, quanto em intensidade – aquela sensação de bem-estar”, diz.

Vale ressaltar que o vício ou compulsão por pornografia é um problema sério, pois pode prejudicar a rotina e relações de quem sofre com o problema. Homens, por exemplo, podem ter disfunção erétil e mulheres podem ficar com a libido prejudicada, justamente por apenas encontrar estímulo apenas no pornô.

Quem se vicia acaba se vendo forçado a procurar vídeos cada vez mais exagerados para sentir excitação e vai passando mais e mais tempo com isso, abandonando totalmente o contato e o sexo real – tanto por incapacidade física, decorrente do vício, quanto por passar a achar o sexo “verdadeiro” desinteressante – o que leva a frustração e reclusão. O vício, contudo, pode ser combatido e superado com ajuda profissional.

Fonte: Delas.ig

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Revista propõe conteúdo afirmativo para lésbicas

 

lesbicas2Produzida integralmente por lésbicas e direcionada para esse público, a revista “Brejeiras” joga luz sobre o universo das mulheres que amam mulheres. A ideia de criar a revista surgiu no dia do aniversário de Cristiane Furtado, quando ela e mais quatro amigas decidiram lutar por um espaço para falar sobre sexualidade, saúde, estética e poesia a partir da ótica lésbica.

A primeira edição, com a cantora Elen Oléria na capa, foi publicada em abril, com tiragem de 100 exemplares, mas se esgotou em minutos. Em seguida, houve uma segunda tiragem de 350 exemplares, que desapareceu em poucos dias e ainda é requisitada pelas leitoras.

Trimestral, a revista chegou à segunda edição há pouco mais de uma semana com a tiragem de 1.000 exemplares, que também já não está mais disponível e deverá ser ampliada.   

Vácuo

“A Brejeiras ocupa um espaço enorme, um vácuo que a gente sempre encontrou nos meios de comunicação de alguma forma porque, nós, lésbicas, nunca somos representadas ou somos sub-representadas, criminalizadas ou colocadas no campo do fetiche”, afirmou a jornalista Camila Marins, uma das fundadoras da revista, após participar do lançamento ontem (28) da segunda edição em Brasília.

Para a jornalista, a revista cumpre também um papel social. “A representação que a gente tem na mídia não é positiva, são pouquíssimos os exemplos de representação afirmativa na mídia”, observou Camila.

A segunda edição da “Brejeiras” traz na capa a arquiteta Mônica Benício, viúva da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), assassinada em março, no Rio de Janeiro, em um crime que chocou o país e ainda sem solução. “Fundamental ter um veículo de comunicação desse tipo. Quando eu tinha 19 anos e estava apaixonada por uma mulher, senti medo. Se existisse uma revista dessa, talvez eu não tivesse sofrido tanto”, contou Mônica.

Ao lado de Marielle, Mônica Benício apoiou movimentos em defesa de direitos humanos e da inserção dos excluídos. “A Marielle foi assassinada por um sistema. Não me interessa se foi o tráfico ou a milícia. Esse é o sistema, cria o extermínio da juventude negra da periferia, opera o patriarcado, o machismo, a misoginia”, afirmou Mônica no lançamento da revista em Brasília.

Mais espaço

O lançamento da segunda edição da revista ocorreu na véspera do Dia Nacional de Visibilidade Lésbica, celebrado hoje (29), que marca o enfrentamento dos desafios dessa população para transpor o apagamento e enfrentar uma realidade de preconceito e violência. 

“Se a gente tivesse um espaço como esse, com a possibilidade de falar e ler sobre isso aos 15 anos, nossa vida seria muito diferente. Temos ouvido essa frase repetidamente”, disse Cristiane, que tem 40 anos, e defende a visibilidade também como forma de deixar uma referência para gerações mais novas. “Na minha adolescência, não existia nada de referência que eu consiga me lembrar e que tenha me marcado profundamente.”

A “Brejeiras” se destaca por trabalhar temas sobre a existência lésbica em suas múltiplas dimensões. Além de entrevistas e reportagens especiais, a publicação apresenta colunas de poesia, memória e gastronomia. “Com receitas motivadas pelo afeto entre mulheres”, registrou Camila Marins. Há espaço também para crônicas, participação de leitoras e horóscopo lésbico.

“Desde 1983, não temos uma publicação voltada para o público lésbico, para o público sapatão. A última foi o ChanaComChana, que deu o grande marco paro movimento lésbico brasileiro. Mais do que bem-vinda, essa é uma iniciativa histórica”, afirmou Evelyn Silva, que compõe a Associação Lésbica de Brasília – Coturno de Vênus.

A “Brejeiras” só está disponível nas edições impressas vendidas pela IndieBlooks, uma livraria independente que reúne lojas físicas no Rio e em São Paulo. A publicação, no entanto, pode ser adquirida pela internet, na página da livraria.  

Sapatão com orgulho  

Fundadora e CEO da Concreto Rosa, empresa de manutenção residencial formada apenas por mulheres, Geisa Garibaldi, de 34 anos, observa avanços na visibilidade lésbica e identifica o machismo como o principal obstáculo a ser superado.

“O que nos impulsiona é a coragem de continuar lutando. Dizer que sou lésbica e sapatão é marcar o meu lugar e mostrar que estou aqui, que existo”, disse Geisa. “O machismo ainda é muito forte, mas a gente está ai para quebrar os paradigmas de que a gente não é capaz e de que precisa ter um homem do lado para validar as nossas relações.”

Eletricista, bombeira hidráulica, pedreira e empresária, Geisa credita parte de sua liberdade a mulheres lésbicas que vieram antes dela e conquistaram mais visibilidade. “A minha geração é resultado do que as outras ldesbravaram. Hoje, as adolescentes estão tendo muito mais oportunidade de poder escolher o caminho que vão seguir. Ainda é muito pequena essa parcela, mas acredito que está um pouco melhor. Temos muita estrada pela frente.”

Se os avanços das últimas décadas permitem que parte dessa população já usufrua de liberdade de demonstrar afeto e viver sua sexualidade, segundo as ativistas, a lesbofobia permanece como uma realidade na visão de quem luta todos os dias para por fim ao silenciamento das mulheres lésbicas na sociedade.

Visibilidade

Cristiane Furtado, uma das autoras da “Brejeias”, trabalha ativamente para mostrar que a história da luta do movimento lésbico não é uma linha reta, por ter retrocessos, como o impedimento da criação do Dia da Visibilidade Lésbica na cidade Rio de Janeiro.

A proposta do Dia da Visibilidade Lésbica no Rio era da vereadora Marielle Franco e foi derrotada por dois votos no plenário da Câmara Legislativa, no momento em que ela estava ali para defendê-la. Ao contrário de outras iniciativas de Marielle, o projeto não voltou a ser discutido após o assassinato dela.

“Vamos continuar nas ruas nesse dia, ocupando os espaços. Estaremos na Cinelândia, fazendo um ‘Ocupa Sapatão’ por Marielle Franco na escadaria da Câmara de Vereadores”, afirmou Cristiane.

Para a jornalista, o desafio começa dentro do movimento LGBT: “O apagamento das mulheres é um apagamento sistemático, dentro e fora do movimento. Precisamos que os nossos modos de relacionamento, nossos afetos entre mulheres e esse amor entre mulheres de forma coletiva ganhem espaço nas lutas políticas”

Fonte: da Agência do Brasil

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Saiba como prevenir a ansiedade na hora do sexo

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A ansiedade na hora do sexo ocorre principalmente antes que a pessoa consiga ficar excitada ou pode ocorrer logo após, levando a pessoa a perder a excitação (no caso do homem, a ereção). Pode se manifestar durante o ato, também e, novamente, a pessoa perde a excitação ou, no caso de homens, perde a ereção.

Em primeiro lugar, é interessante consultar um urologista ou um ginecologista para ver se a ansiedade é o único motivo de a vida sexual estar tendo problemas, pois muitas vezes há um problema físico que atrapalha o sexo e a ansiedade só o piora, mas não o causa.

Se o problema for somente a ansiedade, pode ser útil ter um parceiro ou parceira fixos e compreensíveis. Aumentando o estímulo através de carícias, pode-se melhorar a excitação. É importante que o parceiro ou a parceira acaricie do modo que for mais estimulante para a pessoa, pois há variações no que nos deixa mais excitados.

No caso de ejaculação precoce, há várias técnicas, mas é melhor aprendê-las e discuti-las consultando um especialista no assunto: ele vai dar orientações e, em consultas seguintes você dá um retorno de se funcionou ou não e do que funcionou melhor.

No caso de se perder a excitação durante o ato, pode-se descansar (o quanto vai variar em cada situação) e recomeçar ou recomeçar noutro dia. Vale também a orientação quanto à dificuldade de excitação antes do ato sexual.

É importante também a pessoa ter segurança de que não vai perder o(a) parceiro(a) por causa do problema e, por isto, parceiros fixos, onde não há envolvimento apenas do aspecto sexual, são melhores.

Evitar medicações (a não ser que haja um problema físico como, por exemplo, consequências do diabete) e álcool é aconselhável, porque a pessoa pode ficar viciada neste tipo de conduta e conseguir transar apenas quando faz uso delas.

Fonte: Minha vida

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