Dicas para um bom sexo tântrico

Você conhece o sexo tântrico? Se não, aconselho vivamente que leia com atenção este post. Neste texto vou tentar mostrar como ele pode ser super interessante para o seu relacionamento.

Para muitas pessoas, este tipo de sexo tântrico é algo novo. E outros podem até conhecer o nome, mas não sabem profundamente o seu significado. Para tirar várias dúvidas como, se todos podem praticar e como começar está “viagem”, vou dar oito preciosas dicas.

Passando pelo blog Viva Tranta, da terapeuta tântrica, Luara Tanuri, descobri como este tipo de é uma relação sexual entre seres que possuem alguma consciência de sua existência além do corpo.

Para Tanuri, o sexo tântrico é “para quem acredita que, através do contato sexual, é possível viver um êxtase que está além do simples prazer”, finaliza.

Então leia e aproveite:

1. Consciência da divindade oculta no parceiro

Um dos trechos do blog, Luara diz: “No sexo tântrico, o objetivo é uma experiência espiritual através da união íntima com o semelhante. Para que isso aconteça, o ingrediente principal é a reverência à divindade oculta no homem (Shiva) e na mulher (Shakti) – símbolos tântricos”. Assim, você percebe que, além de um ser humano que você conhece, existe diante de você e disposto a se unir a você um representante da divindade do princípio universal masculino.

2. Sensualidade, erotismo

Após a consciência da divindade oculta no parceiro e as preliminares é possível começar. Com sensualidade e erotismo, conforme explica a terapeuta Luara, “o olhar cheio de intenção, a sedução, o gesto, a promessa não verbalizada. Depois, a aproximação lenta, lenta e lenta.”

3. O contato

Depois de toda a sensualidade na dica anterior, vem o jogo para a penetração. Como explica Luara, “primeiro, só a glande (a parte sensível, situada na extremidade do pênis) entra na vagina e fica alguns segundos ali, sem movimentos. Depois, retira-se o pênis para apoiá-lo no prepúcio do clitóris. A ação vai se repetindo e a penetração é um pouco mais profunda a cada oportunidade. Sempre lentamente na entrada e na saída, para depois apoiar no corpo do clitóris e lá permanecer por algum tempo”.

4. A penetração

Feito o jogo, Luara da o próximo passo: “Nesse momento, os corpos devem estar relaxados e sem movimento algum. É permitida uma linguagem secreta entre o casal, ou seja, contrações do perínio que fazem o pênis se mover para cima e para baixo e contrações da musculatura vaginal que apertam e sugam o pênis. Mas por um tempo, o ideal é que não existam movimentos pélvicos. Além da linguagem secreta, qualquer movimento deve ser involuntário apenas”.

5. Movimentação

“Quem dá o tom e o ritmo é sempre a Shakti (princípio feminino). Os movimentos pélvicos são circulares e sem perder o contato, a penetração é profunda, os corpos não se descolam, as púbis permanecem unidas. Deve-se evitar amplitude de movimentos para penetração, na maior parte do tempo a movimentação é circular e não de vai e vem”, explica Luara, sobre as atitudes que temos que ter. Mas, jamais deixe de lembrar: olhar, beijo, respiração sincronizada, sorriso, cumplicidade continuam sendo o principal.

6. Variação de posturas

Depois que a união está estabelecida, já é possível optar pela variação de posturas, mas o ideal é que o casal tenha contato visual. “Mesmo quando o Shiva está no comando dos movimentos, deve estar sempre atento para os sinais da Shakti e nunca impor seu ritmo. A magia e a sensualidade são femininas, se um dos parceiros se deixa levar pelo impulso agressivo do princípio masculino, a experiência deixa de ser amorosa, deixa de ser tântrica. Sexo tântrico só é possível a partir do princípio feminino”, explica Luara. 7. Pausas

Um fator importantíssimo dentro da prática sexual tântrica são as pausas. Permanecendo na união, o casal cessa a movimentação e descansa. “Ainda com os corpos colados e genitais unidas, percebendo a respiração e se acalmando para recomeçar os movimentos depois de alguns minutos”, explica a terapeuta. “O orgasmo não é um objetivo, mas a observação de si mesmo na experiência orgástica, sensual, erótica e amorosa. Todas as sensações são experimentadas a partir da consciência. O objetivo é a união máxima com o outro e, assim, a união com o todo”, finaliza.

8. A duração da relação

Ela acrescenta ainda que a energia do amor é tão poderosa que, mesmo depois de alguns dias, os praticantes permanecem “brilhando”. “Ficam cheios de energia criativa, bem humorados, a pele fica mais bonita. É o êxtase que permanece reverberando por alguns dias depois da experiência”, acrescenta Luara. Então, fica a opção para os casais que encaram (ou pretendem encarar a partir de agora) a sexualidade como algo realmente importante e sagrado. O sexo tântrico pode acrescentar muito à relação!

Fonte: dicasdemulher.com.br

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Até o próximo post.

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Sobre Thiago Mourão

Jornalista com diploma sempre em evolução.
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