Eleve o nível! Dicas para se tornar especialista em sexo oral mais!

orgasmo

Sexo oral para ela:

Dê muita atenção ao clitóris

O clitóris é a chave do prazer dela. São oito mil terminações nervosas só nessa região, o dobro das áreas sensíveis do pênis. Aliás, para saber se a mulher está gostando, observar o clitóris é uma boa pedida: ele vai ficando mais inchado à medida que aumenta o nível de excitação.

Cuidado com movimentos bruscos

O ideal é que a língua realize toques suaves. Embora o clitóris seja “o” local, não é para focar apenas nele e nem para pressioná-lo com muita firmeza – o que ocasionaria dor, em vez de prazer. Melhor que isso é trabalhar ao redor dele, alternando movimentos com a língua.

Imagine beijar a vagina

Experimente fazer o sexo oral como se estivesse beijando uma boca. Não só a língua deve trabalhar, mas também os lábios. Coloque a boca no topo da fenda vaginal e, com a língua, passe a fazer um movimento ascendente, internamente. Beije toda a área e os grandes lábios para proporcionar muito prazer à ela.

Comece com a calcinha

Uma dica é evoluir bem devagar nas preliminares. Funciona, por exemplo, beijar a virilha ainda com a calcinha, e, depois, usar as mãos para apertar as coxas dela. Na sequência, beije a vagina sobre a calcinha, puxe a calcinha para o lado, passe a língua e volte a posicionar a calcinha no lugar. Esse jogo de vai, mas não vai, pode potencializar o desejo dela.

Movimente-se durante o oral

Toque os seios dela e puxe o quadril dela contra o seu rosto, sem medo de se lambuzar. As mulheres, quando estão plenamente excitadas, abrem mais as pernas e movimentam o quadril em direção à boca do par.

               

Ritmo é fundamental

Manter o ritmo da estimulação é bastante importante para fazer a mulher gozar. Para não cansar, você pode começar alternando velocidades e fazendo pausas. Mas, na hora em que ela estiver próxima de atingir o orgasmo –com a respiração alterada e mordendo os lábios -, apenas siga em frente, numa constante, para prolongar o prazer.

               

Penetre-a com o dedo

Com o dedo médio, é possível penetrar a mulher, com o intuito de pressionar o ponto G, ao mesmo tempo em que a boca estimula o clitóris. Só é preciso certificar-se de que a área está lubrificada antes de usar as mãos — para garantir o prazer dela, sem nenhum tipo de incômodo. O melhor é colocar o dedo curvo na vagina, com a palma da mão virada para cima,

               

Aproveite o que os sex shops têm de bom

Os géis térmicos ajudam, porque vão esquentar e sensibilizar a vagina. Há, também, os cremes que causam formigamento, os chamados vibradores líquidos. Durante o sexo oral, recorrer ao vibrador tradicional para estimular diferentes regiões da vagina também é uma boa alternativa e vai colaborar para aumentar a sensação de prazer dela.

Sexo oral para ele:

Explore todas as zonas de prazer

As áreas mais excitantes para eles são a glande (a cabeça do pau), o frênulo (o freio que está entre a pele e a glande) e o períneo (região entre o escroto e o ânus). Para estimular esse último ponto, no entanto, é preciso cautela, principalmente se ele nunca foi tocado durante a relação. Há homens que temem o estímulo anal, muitas vezes, por puro preconceito.

Glande e períneo ao mesmo tempo

Experimente estimular simultaneamente, usando a boca e as mãos. Chupe a glande e o comprimento do pau todo, ao mesmo tempo em que faz movimentos circulares, suaves, com o dedo polegar, sobre a região do períneo.

       

Usa a técnica de “torcer calcinha”

Também vale alternar carinhos aplicados com a boca e com as mãos, para intensificar o prazer. O movimento feito com as mãos para torcer uma calcinha, por exemplo, pode ser repetido em volta do pênis, entre um movimento de sucção com a boca e outro. Nesse caso, uma mão deverá ser colocada cerca de dois centímetros abaixo da cabeça do pau, enquanto a outra ficará na base. Ao rotacioná-las para lados contrários, aplicando pressão moderada, a excitação dele chegará ao grau máximo.

Prolongue a experiência

Sempre que sentir que ele está perto de gozar, você pode deixar de chupar e passar a beijar alguma outra parte do corpo. Mas é preciso manter as mãos no pau para não cortar o clima. Ao perceber que ele se recuperou, volte para o oral. Mas procure não retardar o orgasmo do moço mais do quatro  vezes –a partir daí, a experiência pode ser dolorosa para ele. Quando chegar a hora de gozar, aperte um pouco o pênis, para intensificar o orgasmo.

       

Molhe e seque

Não economize na saliva: muitos homens fantasiam com o pau completamente encharcado. Você também pode umedecer as mãos com lubrificante comestível. O segredo é descer com a boca aberta, molhando todo o pênis. Em seguida, subir sugando todo o líquido.

Testículos,  não se esqueça deles

Embora esquecidos por muitos durante o sexo oral, eles são uma fonte de prazer e tanto. A dica é abocanhá-los, com cuidado, enquanto as mãos estão no pau. Como os testículos ficam um pouco mais rígidos com o pênis ereto, é possível chupá-los suavemente, ou apenas rode a língua em volta deles.

            

Observe o que ele gosta

Para ser ainda mais prazeroso, o sexo oral deve ter um ritmo constante. Mas é bacana ele ditar a velocidade desses movimentos. Para descobrir como ele gosta de ser estimulado, vale pedir que o seu par se masturbe na sua frente. É a oportunidade de perceber se ele prefere movimentos mais rápidos ou mais lentos, por exemplo.

Conte com os acessórios certos

O acessório Egg, da marca japonesa Tenga, pode ser usado durante o sexo oral, entre um movimento de sucção e outro. Trata-se de um ovo com abertura, feito de material flexível, que é encaixado no pau. O interior do acessório é texturizado, para aumentar a sensação de prazer. Há, também, sprays que tiram a sensibilidade da garganta e permitem colocar uma porção maior do pênis na boca, como é o caso do produto Mais Profunda, vendido pela marca brasileira  INTT COSMÉTICOS

 Fonte: Uol

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8 DICAS PARA MELHORAR SEU RELACIONAMENTO E VIDA SEXUAL

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Quando falamos de relacionamento, para muitas pessoas vem logo a imagem e a conotação sexual que envolve esse conceito. Sem dúvida, o sexo faz parte de uma das formas das pessoas se relacionarem. É um tema pelo qual muita gente se interessa, afinal de contas, sexo é vida, é prazer, é amor, é troca de experiências e muitas outras facetas que podem ser exploradas.

Relacionamento é um conceito mais amplo que a atividade sexual. Quando aplicado a pares de todos os gêneros sexuais possíveis, também pode se tornar uma forma de  interação sexual. Por exemplo, um beijo afetuoso ou romântico entre os parceiros, embora não seja o ato sexual completo, com penetração e todas as fantasias que mulheres e homens podem ter, também pode ser uma forma de relacionamento amoroso.

O sexo vaginal, oral ou qualquer outra forma que você possa imaginar, para mim é a cereja do bolo desse grande tema que é o relacionamento interpessoal amoroso.

Aliás, relacionamento pode ser definido como: A ligação afetiva, profissional ou de amizade entre pessoas que se unem com os mesmos objetivos e interesses.

Todo tipo de relacionamento envolve convivência, comunicação e atitudes que devem ser recíprocas. Quando uma das partes não desenvolve os atributos necessários para uma boa convivência, o relacionamento se torna difícil.

Para dar uma apimentada na sua relação, selecionamos 8 dicas da psicóloga Dra. Juliana Amaral, em artigo escrito para o blog, Par Perfeito. Confiram:

1) Fundamental estar feliz com seu corpo: Se achar bonita e sensual, mesmo que você esteja fora dos “padrões”. Essa certeza precisa vir de você e não do que te dizem.

  2) Na correria do dia a dia, o sexo muitas vezes perde sua vez: Para que ele não fique em segundo plano, encontre espaço para que ele exista. Deixe a preguiça de lado e em períodos de maior cansaço não se preocupe tanto com a performance, apenas entenda que ele pode ser simples e um bom momento de relaxamento do turbilhão dos dias.

 3) Fantasiar, se sentir livre: Ficar travada ou presa ao que se imagina que o parceiro espera de você é uma bobagem. Importante que seja um momento sem amarras. Valorize o que te faz bem e não apenas o que faz bem ao outro. O seu jeito pode ser muito interessante, mostre isso a ele.

 4) Manter diálogos abertos com seu parceiro sobre as preferências a dois: Nesse ponto é bem importante que conheça seu corpo, suas zonas de prazer ou erógenas como são chamadas. Muitas pessoas desconhecem o corpo e todo o potencial que ele tem de gerar prazer.

 5) Saiba quais são seus limites e o que não lhe dá prazer: Não pode acontecer um ato forçado apenas porque o outro deseja, é uma troca. Porém esteja aberta a criatividade e sugestões, contanto que não te causem desconforto.

6) Deixe de lado o manual e fique livre para experimentar: Não há nada de errado, isso ajudará inclusive a se conhecer melhor e ter certeza de suas preferências.

7) Em termos práticos, tenha à mão camisinhas e o que mais precisar que garanta sua saúde e a de seu parceiro: Sua saúde íntima também deve estar em dia. São alguns detalhes que se não forem cuidados podem gerar obstáculos trazendo medos, dor ou desconforto.

8) Desconecte-se do mundo ao seu redor: O mundo tecnológico está cada vez mais convidativo e pessoas cada vez mais conectadas à seus celulares e gadgets. Sexo não combina com toda essa tecnologia, é um encontro a dois. Permita-se estar inteira para curtir a relação.

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Traição é uma escolha?

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Será que estamos todos condenados e condicionados à traição? Certa vez li uma frase que me fez pensar sobre o assunto:

” Onde há monogamia há traição.”

Arrisco a dizer que quem afirmou tal condição certamente é o traidor ou o traído pois há pensamentos contrários, e provas-cabais diante de tal alegação.

Porém, analisando a natureza, que não só a do homem, é possível reconhecer que a monogamia é algo que não constitui o meio animal. Se os animais soubesse responder, não saberiam o que essa palavra significaria.

Não há chance disso ocorrer na natureza, pois lá, variedade é a palavra de ordem e isso pode ser melhor observado em laboratório, por exemplo: A freqüência sexual de um hamster macho cai rapidamente quando ele conta com apenas uma fêmea; torna-se lento, pouco receptivo, entediado. Porém, quando se introduz mais uma fêmea no pedaço, ele volta a apresentar apetite sexual. ( Identificações?)

As aves também não constituem fidelidade, e os famosos pinguins, lembrados por suas relações monogâmicas também fogem à regra: Estudos feitos com aves mostraram que, em 90% das espécies de aves monogâmicas, há relacionamentos extraconjugais.

Mas afinal, não somos aves nem hamsters, somos seres humanos com composições cerebrais diferentes e isso pode significar não só uma mudança de comportamento genético como social também.

A fidelidade entrou em questão inicialmente para preservar o direito da herança e dos patrimônios. Depois, percebeu-se de que ela era uma condição para o bom convívio dos casais e para a geração da prole.

A monogamia pode até ter sido uma invenção da sociedade, mas aliado ao amor, trouxe mais significado e valor às uniões.

Trair em tempos de monogamia representa mais uma fuga ou uma justificativa para carência, vingança ou simplesmente fraqueza. Há quem diga que isso representa mesmo a canalhice…

O autor e dramaturgo Nelson Rodrigues tinha uma composição ácida sobre o tema, e afirmava em suas obras que toda mulher era uma adúltera. Ele foi certeiro em afirmar que “ só o inimigo não trai nunca.”

De fato, a traição nunca vem de um estranho mas de quem amamos e depositamos total confiança e acesso aos nossos sentimentos. No século dezenove o escritor Henry de Montherlant também afirmava :“vivam os meus inimigos! Eles, ao menos, não me podem trair.”

Talvez , lidar com a intimidade seja também uma “desculpa” ou justificativa para a traição, pois relacionamento é a oportunidade para mergulharmos principalmente em nós mesmos, enfrentarmos nossas próprias questões, nos vermos no outro, mesmo não tendo esta consciência.

E falando em oportunidade , é esta quem faz o traidor.

Relação é feita de bases concretas e ligações de respeito, se há falta dele, toda a estrutura se rompe. E que quer viver num ambiente frágil e inseguro?

A traição existe de fato, e elas inspiram canções, novelas, roteiros, e desperta a maior audiência do público consumidor de polêmicas da vida. Mas viver e sentir a dor da traição não é nenhuma ficção, é real demais e pior, pode deixar marcas.

Afinal, somos seres poligâmicos ou monogâmicos?

Arrisco a dizer que poligamia pode ser da natureza humana, já a traição não.

Amor e respeito são da natureza humana, são esferas elevadas de consciência. Fugir disso é reduzir o pensamento a um plano mental inferior. Se a poligamia não for algo de comum acordo, não acredito que traição seja algo inteligente. Questiono tal ser humano.

E você, ainda acredita no amor?

Texto:  Anieli Talon

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AMOR ROMÂNTICO E GRIPE: QUASE A MESMA COISA!

amor

Ainda não associaram a ocorrência da paixão com nenhum vírus. Ainda. Deveríamos achar a falta de estudos científicos acerca do “estar apaixonado”, no mínimo, suspeita. Afinal, muita gente sai ganhando com esse negócio. Gente apaixonada não pensa, não raciocina e, muito menos, vê algum sentido na racionalidade. A paixão derruba a gente, qual uma maldita gripe. Caímos numa nebulosa sensação de torpor, na qual a realidade não passa de uma intrusa inconveniente. Atire a primeira foto rasgada do “ex my love” quem nunca se apaixonou.

Andamos pela vida de forma displicente. Torcemos intimamente para que nossa distração seja premiada com um lance de sorte. Olhamos à nossa volta e temos a idiota certeza de que TODO MUNDO é mais feliz, rico, bonito, bem-sucedido, enturmado, elegante, viajado e PRINCIPALMENTE mais amado do que a nossa desafortunada pessoa. E essa certeza nos coloca num modo de funcionamento meio parecido com a trajetória de uma bala perdida: sabemos de onde saímos, mas não temos a menor ideia de onde vamos parar.

O mais absurdo de estarmos apaixonados é acreditarmos que a ocorrência da paixão é o primeiro passo para a conquista de uma das nossas maiores ambições: o amor! Ahhhh… O amor. Haverá neste vasto mundo duas pessoas que amem do mesmo jeito?! Eu duvido. Duvido e desafio alguém a me convencer do contrário.

A busca pelo amor é quase tão incapacitante quanto uma febre da mais desumana das gripes. A busca pelo amor faz de nós uma espécie de desbravadores de terras desconhecidas, tão crédulos e ansiosos que saímos por aí, encarando pântanos e desertos sem ao menos carregar uma bússola ou um cantil de água. E a explicação para tamanha inconsequência é muito simples: acreditamos, de verdade, que ao encontrarmos o amor, o outro assumirá o comando da nossa direção e tratará de saciar a nossa sede.

A ilusão do amor romântico torna-se uma cilada, justamente porque ao nos lançarmos em busca dele, deixamos de considerar que o amor é um passageiro. Ele depende de alguém, de outro ser tão ou mais conturbado do que nós, para ser carregado para lá e para cá. O amor é uma situação, um estar, uma viagem que espera de nós a construção da estrada, o desenho do mapa, o plano de voo.

Ao idealizarmos o amor, enumeramos uma série de expectativas, perfeitamente arquitetadas para nos suprir. Imaginamos um personagem que faça bonito em qualquer uma das nossas histórias. Que saiba ser forte, quando estivermos mergulhados no drama. Que ria lindamente das nossas comédias. Que personifique a ousadia pra compactuar com nossas aventuras. Que encarne a coragem pra aguentar firme nossas cenas de terror. Que se vista de leveza pra nos garantir que haverá poesia, mesmo nos dias mais nebulosos.

O amor não nos pega de surpresa. Nós é que fingimos surpresa, diante da hipótese do amor. E a nossa falta de conhecimento de nós mesmos é tão assustadora, que escolhemos delegar ao outro a quase impossível tarefa de nos decifrar, entender, acolher e completar.

Embarcamos nas histórias de amor, como quem entra na sala de cinema sem saber que filme foi ver. Acreditamos que ter alguém que nos ame vai nos encaixar no mundo, vai nos libertar da indispensável tarefa de descobrir quem somos. Somos tão egoístas e imaturos que nos esquecemos de lembrar que o outro que escolhemos para nos amar, está em busca de amor também.

E quando menos esperamos… Caímos de cama. Queimamos em febre. Trememos de frio. Tentamos ignorar os olhos que ardem, o corpo que dói e a garganta seca pela falta da água que nós mesmos nos esquecemos de beber.

O amor é muito mais perigoso que a gripe. Não há remédio, nem medidas paliativas, muito menos cura. Um amor que não se concretiza, ou que se concretiza e acaba, fica pra sempre desenhado em películas de memórias que nos pertencerão para sempre. Aqueles a quem concedemos a prerrogativa do amor vão morar eternamente dentro de nós, queiramos ou não. E logo ali, na próxima página de nossas vidas, fingiremos que estamos imunes. Mas começaremos tudo outra vez, de novo, do mesmo jeito!

Fonte: Obvious

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Sexo virtual: é preciso ter cuidado

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O uso da webcam para o sexo online deve ser evitado até mesmo em relacionamentos de longa data

Recentemente, uma empresa de preservativos criou uma lingerie inteligente, que permite o toque “à distância”. O acessório, ainda em fase experimental, possui sensores que podem ser ativados via smartphone. O advento pode ser a solução para casais que não moram na mesma cidade, estado ou país e sentem falta do contato sexual com o parceiro.

Segundo a especialista em relacionamento Sheila Rigler, proprietária da agência de casamentos Par Ideal, hoje, é preciso coexistir em dois mundos: o real e o virtual. “Vejo que o virtual parece ser maior e mais livre, e, com um clique, podemos chegar onde quisermos. É mais fácil, mais rápido e parece mais real a cada dia. E o sexo virtual passou a ser uma constante. É um prazer descartável, sem envolvimento, sem perigo de gravidez ou de doenças sexualmente transmissíveis”, constata.

No entanto, a especialista chama atenção para uma prática muito comum no mundo online que vem, cada vez mais, se tornando alvo de preocupação. De acordo com ela, são frequentes os casos de crimes virtuais com a divulgação de vídeos e fotos pornográficas feitos por um dos internautas sem o conhecimento e consentimento do outro. “Muitas mulheres acabam se envolvendo com pessoas que elas não conhecem, arranjando namorados virtuais que podem inventar o nome, idade, endereço e qualquer outra informação que queiram. Elas acabam fazendo sexo online, e é aí que mora o grande perigo. Quantas mulheres foram filmadas em momentos íntimos e depois chantageadas pelo namorado virtual? Eles cobram verdadeiras fortunas para que os vídeos não sejam divulgados. Muitos homens chegam a colocar as fotos na internet, fazendo com que a mulher perca o emprego e seja recriminada pela sociedade, familiares e amigos”, afirma, enfatizando os casos mais extremos que chegaram ao suicídio da vítima.

Segundo ela, o sexo virtual via webcam, ou mesmo o envio de fotos sensuais pela internet, é uma prática pouco recomendada até para casais que estão juntos há bastante tempo. “Tem namorado que, em um momento de raiva ou de briga, acaba divulgando as imagens da companheira na internet para se vingar. É possível também que o computador seja invadido ou que seja levado para o conserto e tenha as imagens roubadas”, alerta.

O ideal, de acordo com Sheila, é lançar mão de alternativas, como a lingerie inteligente, ou o sexo via telefone, para obter prazer à distância. O sexo virtual também é uma opção, mas desde que haja muita cautela quanto ao uso da webcam e envio de fotos. “Se o casal gosta, não tem problema nenhum. Mas é preciso tomar cuidado, pois você nunca sabe se está ou não sendo filmado, e esses casos trágicos acontecem justamente com pessoas que são pegas desprevenidas”, aconselha.

Fonte Bolsa de Mulher

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Prazer na masturbação! Saiba como estimular o clitóris com acessórios simples.

 

61v9n6pv7mkopi5qisv43fdupCriando um clima e utilizando apenas os dedos ou objetos como travesseiro, chuveirinho e colar de pérolas é possível, sim, chegar ao orgasmo

Conhecer o próprio corpo é uma forma saudável de saber o que pode te dar mais prazer. A masturbação feminina ainda é evitada por muitas mulheres, mas essa é uma forma saudável de explorar a própria sexualidade . Para estimular o clitóris, considerado o botãozinho do prazer, basta seguir algumas dicas.

 Estimular o clitóris é uma forma aumentar o prazer na hora na masturbação

Antes de tudo é preciso pensa no ambiente. Você deve estar relaxada, ter privacidade, preparar o local e usar e abusar da imaginação. “Explore outras partes do corpo também, como os seios . Para dar ainda mais prazer, use exercícios do pompoarismo durante a estimulação do clitóris ”, aconselha a coach em relacionamento Cátia Damasceno.

Existem algumas técnicas para estimular o corpo na hora da masturbação, sem ser necessário o uso de vibradores . Veja os detalhes:

Técnicas de masturbação

Com os dedos: A especialista explica que basta segurar os quatro dedos juntos e deslizar sobre o clitóris e a vagina, fazendo um movimento circular. “Você pode deslizar os dedos em pequenos círculos, para se concentrar apenas na parte que dá mais prazer, ou fazer círculos maiores, para estimular os lábios vaginais e o resto da vagina também”, fala a coach.

Diversão com água: A hora do banho pode ficar bem mais divertida! Uma forma de estimular essa parte do corpo é usando a água do chuveirinho. Basta direcionar o jato diretamente e livremente sobre a vagina.

Masturbação com travesseiro: Para utilizar essa técnica será preciso um travesseiro grande. “A mulher deita e coloca o travesseiro entre as pernas. Em seguida, junta as pernas com força firmando o objeto, de forma que fique pressionado contra os lábios e a região clitoriana. Nesta posição, começa a deslizar para frente e para trás”, ensina Cátia.

Travesseiro, colar de pérolas, chuveirinhos e só os dedos podem ajudar na hora do prazer

Ela também dá outra dica com travesseiro. Pegue um de tamanho médio, dobre ao meio e sente sobre ele. É preciso ajustar para que o objeto pressione bem a vagina . Depois, é só mover a vagina para cima e para baixo.

Com colar de pérolas: É necessário estar de joelhos ou em pé. Estando na posição, é só segurar as extremidades do colar entre as pernas e, então, começar o movimento, puxando o para frente e para trás, de forma que deslize pela vagina, lábios e toda a região. “É muito divertido e pode ser ainda melhor se a mulher usar um pouco de lubrificante nas pérolas”, acrescenta a especialista.

Formas de prazer

Estimular o clitóris é uma forma de descobrir novas formas de prazer. Segundo a coach em relacionamento, o desejo feminino não “brota” simplesmente na mente, ele precisar ser estimulado. Por isso, na hora da masturbação se esqueça dos problemas e aposte em coisas que possam ajudar a entrar no clima, como músicas, filmes e livros eróticos .

Fonte: Delas – Amor e Sexo

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Veja por quais acessórios eróticos você deve começar uma fantasia erótica!

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Sexo de uma maneira geral sempre foi considerado um assunto tabu tanto para homens quanto mulheres. Mesmo em pleno século XXI, a liberdade de expressão é comedida quando o assunto é sexo e tudo que envolve a prática. Nesse segmento, os acessórios eróticos disponíveis para compra pela internet em lojas virtuais www.sabordomor.com.br e sex shops físicas ainda são objetos pouco procurados pela maioria dos casais. Muitas vezes o homem ou a mulher tem essa fantasia, mas por medo de expor o que pensa ou do que o parceiro vai achar acaba deixando passar essa vontade.

Porém, quando se é um casal, subentende-se que exista uma certa intimidade entre o homem e a mulher e por isso ambos devem se sentir à vontade para experimentar coisas novas, sejam posições diferentes do Kama Sutra ou acessórios eróticos que podem apimentar ainda mais a relação e às vezes até salvar um relacionamento entediante e sem emoção.

Conheça bem o seu parceiro para saber se é melhor conversar sobre isso antes e irem juntos adquirir os novos produtos ou se é melhor surpreender na hora H. Muitos homens podem literalmente brochar com alguns produtos ou se assustar com alguns muito avançados que podem deixá-los inseguros. Por isso, saiba quais acessórios eróticos que devem ser experimentados inicialmente abaixo!

  1. Brinquedos com controle

Existem vários acessórios eróticos de todos os formatos e tamanhos possíveis que acompanham um controle remoto. Ao adquirir um desses você pode pedir ao parceiro para que controle sua excitação através de controle remoto. Assim, ele sentirá que domina a situação e é responsável por te dar mais ou menos prazer.

Para esquentar ainda mais você pode ficar pedindo para ele aumentar a dose de vibração e gemer até que ele se excite junto com você e ambos entrem em sintonia. Para deixar a brincadeira mais divertida, isso pode ser feito em público, como em um restaurante com o desafio de tentar disfarçar sua excitação.

  1. We-vibe

Este aparelho é o preferido das mulheres. Ele foi projetado em um formato específico (letra C) justamente para estimular o clitóris e o ponto G da mulher ao mesmo tempo. É prazer redobrado! Ao invés da mulher brincar sozinha, isso pode ser feito a dois até mesmo durante a penetração, quando o parceiro também sentirá os efeitos sexuais da vibração. Existe a versão em formato de mouse também para clicar quantas vezes quiser até chegar ao orgasmo.

  1. Lubrificante comestível

Ao iniciar o uso de acessórios eróticos a dois, um dos primeiros a ser experimentados geralmente são os lubrificantes comestíveis com sabor. Com esse lubrificante, o sexo oral pode ficar muito melhor para ambos. Cada um poderá escolher um sabor da sua preferência e variar a cada transa. Dentre os sabores mais adquiridos do ranking, destaque para: chocolate com avelã, morango com champagne, pera, frutas vermelhas e vinho.

Além de lubrificar e dar um sabor mais agradável, o gel ainda traz estímulos às zonas erógenas, dando sensação de frio e calor.

  1. Anel peniano

Para agradar seu parceiro e surpreendê-lo com uma dose extra de prazer você pode adquirir um anel peniano. Trata-se de um acessório circular com base de silicone que se ajusta a qualquer tamanho de pênis. Uma faixa elástica é colocada na base do pênis ereto fazendo com que o fluxo de sangue seja mais lento gerando uma ereção mais eficiente e potente. Durante o ato sexual ele sentirá uma vibração e você também será beneficiada, uma vez que vem com um mini vibrador embutido que alcança o clitóris.

  1. Vibrador tradicional

Casais que estão iniciando com acessórios eróticos devem obter um vibrador tradicional. O aparelho auxilia na masturbação e nas massagens sexuais. Esses objetos podem ser usados em várias partes do corpo. Você e o seu parceiro podem descobrir um ao outro através dos vibradores, passando nas costas, ombros, pernas, seios e obviamente os genitais. Será possível descobrir áreas de prazer do parceiro que nem se imaginava anteriormente.

  1. Boneca inflável

Muitas pessoas acham que só homens adquirem essas bonecas, e geralmente os solitários. Pode até ser, mas as bonecas infláveis estão ganhando cada vez mais vida e deixando de parecer um pedaço de borracha com um rosto mal desenhado. Algumas parecem realmente reais e podem ser usadas para simular um ménage à trois extremamente prazeroso.

  1. Chicotes de camurça

Para quem adora fantasias de submissão, em que há um dominador e um dominado, os chicotes são perfeitos. Algemas e vendas também podem entrar no pacote sexual. Para quem não quer se machucar e apenas brincar, existem versões de chicotes de camurça em sex shops que apenas mexem com o psicológico e não causam nenhuma dor. Neste caso, deve existir um consentimento entre o casal para não gerar constrangimento.

Considerações finais

É importante mostrar ao parceiro que os acessórios eróticos não são vilões ou um rival na relação, pelo contrário, pode ser um aliado durante as transas para dar mais prazer não só à mulher, mas também ao homem.

Mostre ao seu parceiro que não existem apenas acessórios eróticos para mulheres e que os que existem podem ser utilizados nas preliminares ou até mesmo durante a penetração. Deixe claro que a satisfação sexual entre vocês existe, mas nada como apimentar a relação de vez em quando. Porém, não faça desses acessórios uma rotina. É importante que o sexo seja prazeroso mesmo sem o estímulo desses brinquedinhos.

Fonte: Irresistível

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