MELHORE O SEU DESEJO SEXUAL

O desejo é a fase inicial da resposta sexual, isto acontece quando a mulher e o homem recebem estímulos sexuais prazerosos

O desejo é a fase inicial da resposta sexual, isto acontece quando a mulher e o homem recebem estímulos sexuais prazerosos, e a partir destes ocorrem impulsos vindos de centros específicos do cérebro que promovem o início da excitação – lubrificação vaginal e ereção.

Quando o casal costuma praticar sexo com poucas preliminares ocorre inadequada excitação, principalmente para a mulher que necessita de maior tempo de estímulos, e como consequência ela sente pouco prazer e maiores serão a chance de não sentir orgasmo. Isto a longo prazo ocasiona consequências negativas no desejo e na vida sexual do casal.

A verdade é que haverá diminuição do desejo sexual quando a pessoa faz sexo ruim com frequência.

A importância do desejo sexual para a sexualidade do casal

Mulheres e homens necessitam serem bem estimulados sexualmente para sentirem prazer e satisfação com a prática sexual, deste modo favorecerá o desejo.

A mulher apresenta maior dificuldade em relação ao homem quanto a sentir desejo sexual, isto ocorre devido a educação familiar e religiosa serem com frequência repressoras em relação ao sexo e o papel da mulher neste, assim como, ao inadequado estímulo sexual que as pessoas recebem do parceiro (a) e de si próprio.

Outros fatores interferem no desejo do casal, como o baixo envolvimento emocional no sexo e na relação a dois, falta de intimidade e parceria entre ambos, doenças físicas, problemas emocionais, dificuldades financeiras, comprometimento dos músculos do períneo, e outros.

O sexo é uma atividade física que exige muito dos músculos vaginais e pênis, se estiverem com boa elasticidade, circulação e força terão saúde e favorecerão o prazer. Caso contrário, mulheres e homens terão problemas de saúde local e na sua sexualidade.

Atitudes para melhorar o desejo sexual

Algumas atitudes que o casal pode realizar para melhorar o desejo sexual de um ou ambos, entre elas têm-se:

1-   Manter o respeito e parceria durante as atividades diárias, isto refletirá no desejo e intimidade entre o casal;

2-   Dialogar com frequência sobre a vida sexual de cada um e do casal;

3-   Ter criatividade nos momentos de intimidade e preliminares, com surpresas e produtos sensuais;

4-   Realizar com frequência as preliminares com estímulos prazerosos para ambos, sem pressa para a penetração;

5-   Conhecer o seu corpo e do outro, desejos e gostos durante o sexo;

6-   Mulheres e homens precisam ter os músculos do períneo saudáveis, assim elas sentirão maior prazer e facilidade para o orgasmo.

Produtos que contribuem para o desejo sexual

Todos os produtos sensuais contribuem para o desejo de mulheres e homens se forem usados adequadamente, estimulam a criatividade, a intimidade entre o casal e a satisfação durante as preliminares. Segue alguns:

1-   Lubrificantes íntimos – devem ser usados na entrada vaginal ou anal no momento da penetração, evitam desconforto;

2-   Geis excitatórios – passar por todo o clitóris, vagina, ânus e pênis com leve massagem para promover sensações agradáveis e excitação;

3-   Óleos de massagem – óleos afrodisíacos para massagear a região do períneo, clitóris, ponto G, pênis, escroto e região anal;

4-   Geis que esquentam – usar sobre o clitóris, pênis e ânus para o sexo oral;

5-   Produtos para a saúde sexual – melhoram os músculos e as estruturas locais do períneo (clitóris, vagina, pênis e ânus). Proporcionam autoconhecimento, intimidade entre o casal, assim como favorecem a excitação, lubrificação, desejo e orgasmo, com melhora na saúde muscular e sexual para mulheres e homens.

O casal precisa mudar suas práticas e hábitos sexuais constantemente, mudar de posições, ambientes e estímulos com produtos sensuais.

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VIOLÊNCIA CONTRA MULHER NÃO É SÓ FÍSICA; CONHEÇA OUTROS 10

A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) é a principal legislação brasileira para a enfrentar a violência contra a mulher

A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) é a principal legislação brasileira para a enfrentar a violência contra a mulher. A norma é reconhecida pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência de gênero.
Além da Lei Maria da Penha, a Lei do Feminicídio, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em 2015, colocou a morte de mulheres no rol de crimes hediondos e diminuiu a tolerância nesses caso.
Mas o que poucos sabem é que a violência doméstica vai muito além da agressão física ou do estupro.  A Lei Maria da Penha classifica os tipos de abuso contra a mulher nas seguintes categorias: violência patrimonial, violência sexual, violência física, violência moral e violência psicológica.
Conheça algumas formas de agressões que são consideradas violência doméstica no Brasil:
1: Humilhar, xingar e diminuir a autoestima
Agressões como humilhação, desvalorização moral ou deboche público em relação a mulher constam como tipos de violência emocional.
2: Tirar a liberdade de crença
Um homem não pode restringir a ação, a decisão ou a crença de uma mulher. Isso também é considerado como uma forma de violência psicológica.
3: Fazer a mulher achar que está ficando louca
Há inclusive um nome para isso: o gaslighting. Uma forma de abuso mental que consiste em distorcer os fatos e omitir situações para deixar a vítima em dúvida sobre a sua memória e sanidade.
4: Controlar e oprimir a mulher
Aqui o que conta é o comportamento obsessivo do homem sobre a mulher, como querer controlar o que ela faz, não deixá-la sair, isolar sua família e amigos ou procurar mensagens no celular ou e-mail.
5: Expor a vida íntima
Falar sobre a vida do casal para outros é considerado uma forma de violência moral, como por exemplo vazar fotos íntimas nas redes sociais como forma de vingança.
6: Atirar objetos, sacudir e apertar os braços
Nem toda violência física é o espancamento. São considerados também como abuso físico a tentativa de arremessar objetos, com a intenção de machucar, sacudir e segurar com força uma mulher.
7: Forçar atos sexuais desconfortáveis
Não é só forçar o sexo que consta como violência sexual. Obrigar a mulher a fazer atos sexuais que causam desconforto ou repulsa, como a realização de fetiches, também é violência.
8: Impedir a mulher de prevenir a gravidez ou obrigá-la a abortar
O ato de impedir uma mulher de usar métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte ou o anticoncepcional, é considerado uma prática da violência sexual. Da mesma forma, obrigar uma mulher a abortar também é outra forma de abuso.
9: Controlar o dinheiro ou reter documentos
Se o homem tenta controlar, guardar ou tirar o dinheiro de uma mulher contra a sua vontade, assim como guardar documentos pessoais da mulher, isso é considerado uma forma de violência patrimonial.
10: Quebrar objetos da mulher
Outra forma de violência ao patrimônio da mulher é causar danos de propósito a objetos dela, ou objetos que ela goste.

Fonte: Brasil.gov.br

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4 dicas simples para melhorar sua vida sexual

Segundo especialistas, o sexo não está apenas relacionado ao prazer, ele também pode trazer bem-estar e melhorar a saúde. Estudos mostram que uma boa relação sexual melhora o humor, reduz os níveis de stress, aumenta a imunidade e ajuda na queima de calorias. A qualidade prevalece sobre a frequência, na hora de medir a satisfação sexual. Confira abaixo quatro dicas para melhorar a qualidade do sexo, elencadas pelo site especializado Medical

1. Comunicação

A comunicação é imprescindível para ter uma boa relação sexual. É na conversa aberta, sem vergonhas e medos, que o casal vai discutir as necessidades e entender os desejos do outro. Como você pode proporcionar prazer se não sabe do que o seu parceiro(a) gosta? Pergunte as preferências de seu parceiro e fale sobre as suas.

2. Fora da cama

É importante cuidar dos aspectos não sexuais do relacionamento para aumentar a satisfação conjugal. Tire um tempo para conversar sobre questões individuais (que não envolvam o sexo) para fortalecer a conexão entre vocês.

3. Prepare o clima

O sexo muitas vezes é a consequência de um momento romântico. Então, reserve um tempo para vocês saírem juntos, jantarem, irem ao cinema, ao parque, ao museu – sem a presença de outras pessoas. Até mesmo em casa é possível ter um ambiente romântico, cozinhando juntos, por exemplo.

4. Cuide da ambientação

Quando o sexo cai na rotina, fica mais difícil se sentir disposto a fazê-lo. Portanto, tente mudar o cenário, vá para a sala, cozinha, banheiro, piscina. Se sua preferência for realmente o quarto, trabalhe a iluminação, uma meia luz, talvez velas e uma música sensual, por exemplo, podem tirar o casal da mesmice e fazer milagres pela vida sexual.

Quais desses hábitos você vai adotar?

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Saiba como se preparar para fazer uma maratona de sexo


Especialistas dão dicas para quem quer aproveitar o fim de semana para não fazer nada além de sexo

As pessoas têm o costume de maratonar várias coisas: séries, sequências de filmes, livros e claro, corridas de rua. Mas existe uma maratona que pode ser tão (ou mais) divertida e prazerosa quanto qualquer outra: sexo.

Quem nunca pensou em passar um fim de semana inteiro com o (a) crush, em casa ou mesmo em um hotel, sem sair do quarto e não fazer mais nada além de comer, dormir e, claro, transar? Para quem se interessou pela ideia, especialistas dão algumas dicas para tirar o melhor proveito da experiência.

Hidrate-se!

Segundo a médica clínica-geral, Dra. Paola Santos, a hidratação pré-maratona sexual deve ser parecida com a de um atleta, já que o aquecimento corporal e a desidratação podem ser responsáveis pela redução de desempenho, fadiga e câimbras (ai!). “A água é importantíssima para auxiliar na lubrificação, prevenção do sistema imunológico e manutenção da temperatura corporal”, explica.

Dependendo da intensidade, talvez só a água não seja suficiente. “Quando suamos em excesso, além de perdermos água, perdemos eletrólitos, que são uma combinação de sódio e potássio, entre outros nutrientes”, aponta a profissional. Nesse caso, vale investir em isotônicos e água de coco. E lembrem-se: o ideal é evitar bebidas alcoólicas!

Comidas leves

Pode ser um banho de água fria, mas, para aguentar o tranco e não passar por constrangimentos, estão proibidos alimentos muito gordurosos, pesados e doces. Também é bom evitar comidas que costumam dar gases ou soltar o intestino, como feijão, brócolis, repolho, leite, entre outros.

Em vez disso, que tal investir em alimentos leves que estimulam o prazer e ajudam na lubrificação e ereção? “Frutos do mar são uma ótima opção. Na medida certa, também vale apostar em temperos como açafrão, que deixa as zonas erógenas mais sensíveis, e o alecrim, que é um excelente estimulante contra a impotência. Uma boa dica é fazer chá de alecrim e tomar uma xícara pela manhã e outra pela noite”, aconselha.

Fôlego

Que a prática de exercícios físicos é muito importante para a saúde de uma forma geral todo mundo sabe. Mas muita gente parece não relacionar o fato de não ser sedentário com um bom desempenho sexual. Logo, assim como um atleta se prepara com antecedência para uma maratona, é indicado ter uma constância de atividades físicas para ter fôlego no festival de sexo. “Estar com a saúde em dia é um cuidado a ser tomado”, aponta Dra. Paola.

Devagar se vai ao longe

Há muita empolgação envolvida em uma maratona sexual, mas já começar com malabarismos e selvagerias pode diminuir o desempenho e o fôlego a longo prazo, tal qual em uma corrida. “Se você vai muito rápido no início, vai pegar uma vantagem, mas no final estará muito exausto e o rendimento vai diminuir ou o fôlego vai acabar antes da hora. O casal pode começar pelas posições mais tranquilas e deixar o excesso de energia para o final”, aconselha a sexóloga.

Uma boa dica para relaxar e dar um tempo para o corpo é tomar um banho (que pode ser a dois), por exemplo. Além dos motivos óbvios de higiene.

O local é importante

Mesmo que o sexo seja a experiência principal, o lugar da maratona é tão importante quanto. Locais confortáveis, propícios e sem riscos de segurança são indicados. “Não dá para ser em uma cama que não aguente ou em um local com riscos de quedas ou de se machucar”, exemplifica Luísa.

Além do local, a ambientação também pode deixar tudo mais gostoso. “Criar um cenário ou um repertório pode ser muito interessante. Vale escolher músicas, deixar o clima mais propício”, finaliza a especialista. Agora é só fazer uma playlist caliente e partir para o abraço. E pro orgasmo.

Fonte: Metrópoles

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6 mitos e verdades sobre o pornô lésbico.

Apesar de ser uma das categorias mais buscadas, o pornô lésbico tem está longe de retratar uma boa transa entre mulheres. Saiba o porquê

A categoria lésbica está entre as mais buscadas por consumidores de pornografia, sejam homens, sejam mulheres. Segundo dados divulgados pelo Pornhub, um dos maiores sites do gênero no mundo, o termo é o mais acessado na plataforma pelos brasileiros, seguido por anal, adolescentes, mulheres maduras e transgêneros. Até aí, nenhuma novidade. Afinal, o sexo lésbico pode despertar muitas sentimentos. Do tesão a curiosidade.

O que a experiência de quem convive com mulheres lésbicas sugere, no entanto, é que a temática não faz muito sucesso justamente com quem tenta retratar.

Se você tem liberdade para falar com uma lésbica sobre o tema, já deve ter ouvido algumas queixas e até relatos de mulheres que, apesar de transarem exclusivamente com pessoas do mesmo sexo, masturbam-se com filmes protagonizados por casais heterossexuais. A explicação? Além de os filmes serem dedicados à satisfação masculina, grande parte das atrizes não são homossexuais. A performance, nesse caso, acaba caindo no senso comum e soando mais fake que as demais opções disponíveis.

Para descobrir os mitos que o pornô associou à prática, conversamos com duas leitoras da coluna, Morgana Rimoli e Débora Gonçalves, e pediu para que apontassem as atitudes mais irreais e comuns dos filmes disponíveis no Pornhub.

Afinal, porque as representantes do segmento não curtem o sexo estrelado por duas iguais? Vem saber!

Unhas grandes

A pergunta não é nada incomum. Como mulheres penetram? A verdade é que elas executam essa parte da transa de várias formas, e o principal instrumento são os dedos. Assim, não é difícil imaginar o quanto as unhas gigantescas, presente na mãos da maioria das atrizes pornôs, podem transformar a transa em uma experiência dolorosa. Apesar de não ser uma regra – mulheres lésbicas têm todo o direito de ter a unha do tamanho que bem entenderem – elas dificilmente irão penetrar outra mulher e executar certos movimentos com unhas excessivamente compridas.

Tapa na Pantera

Outra unanimidade quando o assunto é crítica ao pornô lésbico são os tapinhas que, eventualmente, uma ou outra atriz apresenta como estímulo sexual. O gesto pode até despertar a imaginação de quem está assistindo, mas não é muito comum no rala e rola real.

Movimentos óbvios

Aliás, se tem uma característica que não faz parte de uma boa transa lésbica são movimentos óbvios demais. “Seja pela estimulação manual, seja com o sexo oral, é muito comum é ver as intérpretes tratarem a vagina da outra mulher como se fosse uma batedeira”, comenta Morgana. Ela aponta que transar com uma outra garota compreende excitá-la, explorando várias zonas erógenas do seu corpo. Como não contam com a ereção e como mulheres estão propensas a orgasmos múltiplos, não há porque ter pressa. Há tempo suficiente para usar a criatividade.

O sexo entre mulheres não é preliminar – nem convite

Não é raro encontrar um filme lésbico em que as protagonistas não se olham e executam todos os gestos voltadas para a câmera. Como muitas produções ainda são focadas no público masculino, a sensação é de que o casal está em um esquenta. Quase sempre, um homem aparece em seguida para “satisfazer” a dupla. Uma fantasia interessante para muitos homens, mas que deslegitima a relação de prazer entre duas mulheres. Elas podem até incluir uma terceira pessoa. Mas não dependem dele – ou de seu órgão sexual – para gozarem.

Tesourinha – para funcionar, precisa ser de verdade

“Colar e descolar” o velcro exige flexibilidade, feedback da parceira e muita prática. Por isso, é bastante comum que uma das posições preferidas do kamasutra lésbico seja mal executada durante uma produção pornô. A regra é: o importante não é a posição, mas a sensação que ela provoca.

Agressividade

Não que a transa lésbica seja sinônimo de romance, mas dificilmente elas serão espaços de abuso sexual. Uma das coisas que mais incomoda Débora e Morgana durante a avaliação dos vídeos foi o excesso de tapas, puxões de cabelo e cuspes entre as mulheres.

Segundo Debora, “os movimentos são bruscos e fora da realidade, e utilizam uma velocidade e força que não fazem parte do fetichismo sapatônico”.

Sugar o clítoris da parceira também não inspira sensações agradáveis em quem assiste. “Essa movimento que imita a língua de uma cobra não excita e nem estimula”, finaliza Débora.

Fonte: Metrópoles

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Massagem vaginal: saiba sobre a prática que estimula o prazer feminino

Essa massagem busca trazer benefícios para as mulheres

Você sabe o que é massagem vaginal? Já fez? Não sabe como fazer? Não sabe nem o que é isso?

Não se preocupe, vamos explicar tudo direitinho para você.

Primeiramente é importante frisar que a massagem vaginal não é a mesma coisa que a masturbação. São atos semelhantes, porém para motivos diferentes.

Ao longo da vida da mulher e até mesmo durante a juventude, algumas coisas podem acontecer que impedem que elas tenham pleno prazer vaginal ou até mesmo conhecer aquilo que dá prazer para elas.

As mulheres desde pequenas são ‘doutrinadas’ a terem certos tipos de comportamentos. Essas doutrinas estão ligadas até mesmo ao seu comportamento na cama estando elas acompanhadas ou sozinhas.

Na verdade a masturbação feminina ainda é um grande tabu no mundo todo. Na adolescência esse ato é tipo como normal quando praticados por meninos, mas repreendidos quando praticados por meninas.

Isso pode acarretar em problemas futuros para as meninas. Não conhecer de fato o seu corpo, o que dá prazer para elas ou não, pode trazer problemas na vida adulta, incluindo nos relacionamentos.

Seja como tenha sido a sua adolescência e essa fase de descobertas, a massagem vaginal é algo muito importante para as mulheres.

Para fazer isso também não importa o seu estado civil, seja solteira, casada, enrolada ou com vários parceiros (ou parceiras) a massagem vaginal é super indicada.

O que é e como fazer massagem vaginal?

Essa é uma técnica que se iniciou nos dias atuais no Reino Unido e nos Estados Unidos. Mas já existem indícios da massagem vaginal desde antes de 1000 anos D.C. na Índia e na China. Ela também é conhecida como Massagem Yoni.

Essa massagem busca trazer benefícios para as mulheres. O foco dela não é atingir o orgasmo e sim descobrir o que dá mais prazer, além de trazer outros benefícios de forma geral para as mulheres.

Já existem muitos profissionais dentro dessa área da massagem vaginal, que realizam ela assim como profissionais de outra área da massagem, como as feitas em outras partes do corpo.

Essa massagem no momento ainda pode ser considerada cara para muitas mulheres. Uma sessão dela pode custar facilmente 300 reais.

Mas você pode fazer isso também em casa. Existem muitos tutoriais na internet que ensinam o passo a passo. Mas uma boa parte dessa técnica é instintiva, sendo que a mulher deve procurar o que mais a conforta nesse momento.

A técnica consiste nas seguintes etapas:

1- Massagear o clítoris;

2- Massagear outras áreas da vagina. Regiões que não são exploradas durante a masturbação que visa alcançar o orgasmo;

3- Massagear o ânus. Muitas mulheres não sabem que essa é uma região muito sensível, incluindo o ‘caminho’ entre a vagina e o ânus;

4- Exercícios de contração e relaxamento da vagina e anus para fortalecimento do assoalho pélvico;

5- Introdução do dedo na vagina, com o intuito de explorar e identificar novas áreas de prazer.

Como dito, aqui o foco não é atingir o orgasmo e sim descobrir novas regiões de prazer, assim como relaxar.

Esqueça os tabus que sua vida ou sociedade impuseram a você. Esse é um momento de descoberta.

Não pense que está fazendo algo errado ou algo proibido, o seu corpo é SEU e quem dita as regras dele é você e ninguém mais.

Porém, se você se sentir desconfortável assim mesmo, pode pedir para o seu parceiro ou parceira realizar a massagem em você, desde que seja seguido aquilo que você fale.

O orgasmo pode chegar no final, trazendo ainda mais relaxamento, mas lembre-se sempre que esse não é o foco da massagem vaginal.

Abaixo falaremos um pouco mais sobre os benefícios que essa técnica traz para você e sua vida.

Benefícios da massagem vaginal

Os benefícios dessa técnica são amplos e vão muito além apenas do relaxamento e prazer.

Entre os benefícios que a massagem vaginal traz, podemos citar:

1 Relaxamento e prazer;

2 Libertação de traumas e descobrimento;

3 Fortalecimento do assoalho pélvico;

4 Combate o stress;

5 Aumento da produção de hormônios.

Considerações finais

Como você pode ler a massagem vaginal traz inúmeros benefícios para você e para a sua vida como um todo.

Com todos esses benefícios descritos acima, vai dizer que não dá vontade de experimentar?

Então experimente e liberte-se.

Fonte: Tudo ela

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Expressões “safadas” podem aumentar o prazer no sexo. Saiba como usar!

Especialista dá dicas de como apostar no vocabulário para aumentar a temperatura na hora da transa

Segundo a máxima popular, mais importante que o que falar é como falar. Se a premissa vale para praticamente qualquer situação, no sexo as expressões que usamos e como as reproduzimos são determinantes: podem tanto apimentar a transa quanto quebrar o clima. A questão é: como evitar a segunda situação?

Para o sexólogo e psicoterapeuta André Almeida, tudo é questão de diálogo. “Quando há intimidade na relação é possível perguntar abertamente sobre as preferências sexuais do parceiro(a), inclusive se tratando de dirty talk”, explica.

Já quando a transa é casual e não sobra muito tempo para apresentações, vale ponderar alguns termos que podem ofender a pessoa. “Em vez de chamar a parceira de ‘safada’, por exemplo, pode-se elogiar o corpo dela, dizer o que gostaria que ela fizesse. O mesmo funciona para os homens.”

O que excita

A rede social adulta Sexlog ouviu 550 usuárias sobre o tema e descobriu que 84% delas adoram ouvir palavras realmente “sacanas” entre quatro paredes – incluindo alguns xingamentos –, enquanto 16% preferem receber elogios e declarações românticas. Apenas 10% das participantes afirmaram gostar de sexo em silêncio.

Outro estudo, do jornal britânico Daily Star, focado no público masculino, revelou que eles também adoram um diálogo picante.

Para 30% dos participantes, ouvir algo como “vamos mais forte” aumenta o tesão. Logo em seguida na preferência, com 27%, estão expressões que soam como “eu quero você agora”; outros 23% revelaram gostar de ouvir “estou sentindo você bem forte”. Por fim, eles também apreciam elogios sobre o tamanho do pênis e outras partes do corpo.

Falar com jeitinho

E se a timidez bater? Enquanto falar sacanagem na hora H é bastante apreciado por homens e mulheres, um comportamento silencioso pode ser interpretado como falta de empolgação. Mas sem neuras, para tudo há solução.

“Além da combinação das palavras, a forma como elas são ditas e o estado de espírito da pessoa têm muita influência em como aquela comunicação será recebida”, comenta o especialista.

A orientação mais importante é: “aja naturalmente”. Afinal, não adianta nada seguir um repertório com o qual você não se identifica. Lembre-se: “como” é mais importante que “o quê”.

Romance

Frases que parecem inocentes, como “adoro a sensação da sua boca na minha pele”, podem ser o suficiente para despertar a imaginação do parceiro(a). Se ainda assim as palavras sumirem no calor da emoção, utilize os sentidos: gemer e sussurrar algo no ouvido, por exemplo, pode ser incrivelmente estimulante.

Quer apostar no romance? Sem problemas também. “É importante entender se a declaração vale para o contexto e se aquilo seria excitante para o momento. Em ambientes propícios, o ‘eu te amo’ tem o seu valor”, esclarece Almeida.

Diga o que quer e como está se sentindo

Uma forma de elevar o sexo para outro nível é dizer o que deseja. Além de praticar o glossário indecente, a iniciativa ajuda o outro a entender como proporcionar prazer, para que ambos cheguem ao orgasmo. A dica é expor como quer ser tocado, em que intensidade ou um fetiche que pensa em realizar.

Se os envolvidos curtirem o clima de dominação, ordenar pode ser ainda mais interessante – tanto para quem manda quanto para quem obedece. Narrar o seu ponto de vista da cena e revelar como seu corpo está reagindo ao estímulo sexual também pode levar o parceiro à loucura.

E o tapinha? Dói?

Se ambos estiverem com vontade, se o gesto não machucar e a intenção for cobrir o outro com carícias logo em seguida, os tapinhas não vão doer. Pelo contrário, podem ser um fetiche poderoso. O cuidado, aqui, é na dose e no respeito. “Considere as vivências e construções sociais do outro e tenha cautela ao reproduzir comportamentos com vieses pornográficos.”

Dúvidas esclarecidas? É falar para gozar e ser feliz.

Fonte: Pouca Vergonha

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